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App dá ceva de graça.

Maior friozão aqui no Brasil, e a Budweiser vem com essa lá pros gringos pra deixar a gente na vontade.


Então: hemisfério sul = inverno; hemisfério norte = verão. Ok? Ok. Como a galere lá da Europa tá passando um aperto no calorão, a Bud resolveu criar um aplicativo que dá descontos para quem usa smartphones. Explico: quanto mais alta a temperatura da cidade da criatura, menos ela paga pela cerveja. O que significa que ela pode até sair de graça. Quero ver gente reclamando da temperatura agora.


Vai ser um tal de gente bêbada – e feliz – que não quero nem ver (só porque tô com inveja dessa gente que não só não congela como leva breja de graça.). Dá o play pra ver como funciona:




Yup, best summer ever.


Eu acho que esse app devia ser obrigatório no mundo todo. Pelo menos na sexta-feira. Enfim.

Vira a página da violência.

Violência é um negócio corriqueiro no nosso dia a dia. Tu olha pro lado, e algum resquício de violência vai ter, seja num filme, numa propaganda, numa palavra, ou em algum ato propriamente dito. Não dá pra escapar, mas dá pra tomar consciência e tentar mudar isso.


Foi isso que a Anistia Internacional fez: surgiu com uma campanha, criada pela TBWA, que dá um choque por conta de sua estética. O anúncio interativo, criado para o formado do jornal “Die Welt”, veiculado no iPad, mostra uma imagem de tortura. Quando o cidadão tenta mudar a página, não consegue. Após algumas tentativas, aparece o texto “A tortura só desaparece quando você faz algo a respeito.”, juntamente com o link para o leitor saber mais a respeito e abraçar a causa, para tentar extinguir a tortura, existente até hoje.


Dá o play:




#bacana.

Filme gravado com iPhone 4.

Oi, tecnologia.


Tem coisa que nem surpreende mais e já vira processo natural (mas não que não tenha qualidade). Tipo essa de agora: o cineasta da Coréia do Sul, Park Chan-wook, afirmou ontem que gravou seu novo filme totalmente com seu iPhone 4.


O diretor foi ajudado por seu irmão, também cineasta, e por alguns iPhones. O filme é de fantasia e terror, e se chama Paranmanjang, e esse palavrão aí significa “Vida cheia de altos e baixos”, em coreano. Sua duração é de cerca de meia hora, e o custo foi de aproximadamente 223 mil reais.


Park disse que, como o gadget é leve e pequeno, dá pra qualquer um usar, facilitando a filmagem. Além disso, há diferentes possibilidades de ângulos e edições.



Tudo num telefone, hein people? Convenhamos que a função menos usada do iPhone é a de telefonar, porque, né?

BlockDock.


E como o iPad tem mil e uma utilidades, é preciso que haja mil e um apetrechos pra ele. Não? Então.


Dá uma ligada no tal de BlockDock, que permite que o teu iPad funcione como um porta retratos, ou apenas tenha um suporte pra você fazer o que você quiser com ele.


O suporte é feito de madeira, e você pode colocar o seu aparelho na vertical ou na horizontal. It’s up to you.


Criatividade é o que vale.


There’s an App For That.

Na voz de Vila Sésamo. Clica:



A marca do presidente.


Apesar do receio inicial do serviço secreto, a ideia irreverente acabou caindo nas graças do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e ele rabiscou (com o dedo) seu autógrafo no aparelho da Apple, graças ao aplicativo Adobe Ideas.


Foi em Seattle que Obama deixou sua marca (literalmente) no iPad do cara aí da foto, Sylvester Cann IV. E o dono do aparelho ainda fez tudo formalzinho, com uma mensagem dizendo: “Mr. President, sign my iPad.”. Cool. E super direto, já que nem um “please” rolou. Mas tudo bem.



Tudo bem que ele está acostumado a escrever seu nome mil vezes por aí, mas num iPad, e com o dedo, imagina-se que tenha sido a primeira vez.


E o cara ainda fez um vídeo pra registrar a façanha. Confere aí:



Red eyes? O colírio salva.

Tá, tem mil app pra iPhone, todo mundo quer sua marca entrando nessa onda, e a loja virtual da Apple já está tomada por marcas com um bando de aplicativos inúteis. Então, pra se destacar, tem que fazer um aplicativo que, duh, se destaque.


Sabe a história do “Quem não tem colírio usa óculos escuros”? Pois bem: pode largar os óculos, porque o Colírio Moura Brasil tratou de resolver o teu problema. Pelo menos, o dos teus olhos nas tuas fotos. O aplicativo da marca corrige possíveis olhos vermelhos causados pelo flash.



O conceito casa direitinho com a marca, e faz com que ela não seja mais uma a criar um aplicativo sem fundamento e sem link com sua identidade.


Criação da Fri.to Agência Interativa.