Maior friozão aqui no Brasil, e a Budweiser vem com essa lá pros gringos pra deixar a gente na vontade.
Então: hemisfério sul = inverno; hemisfério norte = verão. Ok? Ok. Como a galere lá da Europa tá passando um aperto no calorão, a Bud resolveu criar um aplicativo que dá descontos para quem usa smartphones. Explico: quanto mais alta a temperatura da cidade da criatura, menos ela paga pela cerveja. O que significa que ela pode até sair de graça. Quero ver gente reclamando da temperatura agora.
Vai ser um tal de gente bêbada – e feliz – que não quero nem ver (só porque tô com inveja dessa gente que não só não congela como leva breja de graça.). Dá o play pra ver como funciona:
Yup, best summer ever.
Eu acho que esse app devia ser obrigatório no mundo todo. Pelo menos na sexta-feira. Enfim.
E tu querendo um pra ti, e a criançada de Nova York com um na mão, todos os dias.
Agora o iPad entra nas salas de aula e passa a fazer parte da rotina de alunos e professores. Com seus milhares de aplicativos, o tablet deve tornar as aulas mais dinâmicas e divertidas. Mesmo com o custo alto, a implementação do iPad nos colégios vai gerar redução de custos, já que haverá economia em impressões, papéis e livros tradicionais.
O objeto de consumo de muito marmanjo cai direto na mão da criançada. Tudo pela qualidade de ensino, né?
Nessa época do ano, é tudo muito clichê: “Feliz Natal e um próspero Ano Novo”. O que tem de novo nisso? É, nada.
Aí que entra a agência Dobro, que criou o HOHOHO-O-RAMA. É um gerador de frases para o Natal, mas nada daquelas frasezinhas comuns, do tipo já te vi infinitas vezes.
Apesar do receio inicial do serviço secreto, a ideia irreverente acabou caindo nas graças do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e ele rabiscou (com o dedo) seu autógrafo no aparelho da Apple, graças ao aplicativo Adobe Ideas.
Foi em Seattle que Obama deixou sua marca (literalmente) no iPad do cara aí da foto, Sylvester Cann IV. E o dono do aparelho ainda fez tudo formalzinho, com uma mensagem dizendo: “Mr. President, sign my iPad.”. Cool. E super direto, já que nem um “please” rolou. Mas tudo bem.
Tudo bem que ele está acostumado a escrever seu nome mil vezes por aí, mas num iPad, e com o dedo, imagina-se que tenha sido a primeira vez.
E o cara ainda fez um vídeo pra registrar a façanha. Confere aí:
Tá, tem mil app pra iPhone, todo mundo quer sua marca entrando nessa onda, e a loja virtual da Apple já está tomada por marcas com um bando de aplicativos inúteis. Então, pra se destacar, tem que fazer um aplicativo que, duh, se destaque.
Sabe a história do “Quem não tem colírio usa óculos escuros”? Pois bem: pode largar os óculos, porque o Colírio Moura Brasil tratou de resolver o teu problema. Pelo menos, o dos teus olhos nas tuas fotos. O aplicativo da marca corrige possíveis olhos vermelhos causados pelo flash.
O conceito casa direitinho com a marca, e faz com que ela não seja mais uma a criar um aplicativo sem fundamento e sem link com sua identidade.
O iPad permite infinitas formas de utilização e conta com outros infinitos aplicativos. Beleza. Aí, o indivíduo resolve que ele vai pesquisar imagens de prato, forrar seu iPad com um plástico, colocar o seu alimento em cima, e utilizá-lo como se o aparelho fosse mesmo um prato. Olha aí:
E depois de ter essa ideia brilhante (not), o cara ainda posta no blog dele a seguinte colocação: “Seu iPad pode ficar cheirando peixe e você pode sujá-lo. Por isso, prefira os pratos.” Ah, vá.
Se tu falar a língua do cara, segue ele aqui. Ou dá uma conferida no blog dele (vai saber!).
Livros digitais não são novidade há um tempinho. Mas é claro que as coisas não iam parar por aí, numa “simples” leitura digital.
Ontem, a IDEO saiu com um vídeo explorando os livros digitais e a experiência de ler de formas distintas.
Tem mais de uma opção de novidade: Nelson vem com ferramentas para atingir o pensamento crítico, com referências diversas para que se exercite o pensar em torno de algum assunto. Assim, a leitura não fica superficial nem obsoleta, e permite ao leitor ir mais além do que existe nas palavras. E aí entram pensamentos do passado e do futuro em torno da história em que se está mergulhando.
Coupland vem com o desafio de se estar por dentro de tudo o que acontece em nossa volta. É possível seguir o que colegas do mesmo ramo profissional estão lendo e interagir com eles através de “grupos de leitura”, debates, discussões, listas, e o que mais se passar pela imaginação em torno disso. O conhecimento é compartilhado, e o aprendizado fica cada vez mais interativo.
Alice proporciona novas maneiras de ler e interagir com as narrativas de forma não linear e com jogos de leitura. Esse aplicativo, ao possibilitar a participação ativa do leitor, faz com que se perca a noção do que é real do que é ficção. O leitor pode, inclusive, contribuir com o que está lendo.
Uma nova forma de ler, sem ter tudo entregue com as palavras de um livro. Uma nova forma de pensar, e de trazer à realidade o que, antes, ficava preso no papel ou na tela. A tecnologia não fica estagnada em prover livros, e nada mais. Vai além, buscando as necessidades e desejos que circundam a era digital. E o livro deixa de ser um livro, somente, e ganha uma nova proporção. Do tamanho do mundo, talvez.
Assiste o vídeo aí embaixo pra entender um pouco mais do que se trata essa revolução da leitura digital.
Às vésperas de se tornar uma senhora de 90 anos, o leite condensado Moça, primeiro produto da Nestlé fabricado no Brasil, vem com uma novidade para os fãs da marca: a partir desse mês, Moça invade a internet, com site próprio, Facebook e Twitter, todos integrados entre si. Fora que também foi lançado um aplicativo pra iPhone, que pode ser baixado na Apple Store e, quatro dias após seu lançamento, já ocupa o segundo lugar em número de downloads.
Os 90 anos do leite condensado Moça serão comemorados ano que vem, juntamente com a Nestlé Brasil.