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Blackberry faz sorvete.

Tá, ela não virou uma máquina de fazer sorvete, mas se for parar para pensar, o resultado é quase esse.


A Blackberry agora está atacando na sorveteria mais importante do solo argentino, a Freddo. Esse ano, houve uma concorrência pelo espaço da sorveteria entre o Itaú e a Blackberry. A frutinha silvestre aí ganhou a disputa.


Tá vendo a lista de sabores de sorvete aí embaixo?



Ela leva o nome da marca, patrocinadora das cadeiras destinadas aos clientes, e que desenvolveu uma nova receita de frutas silvestres para ser comercializada por lá.


A Blackberry sabe mesmo ficar na boca do povo. Literalmente.

Cliente (nem) sempre tem razão.

Pra quem acha que cliente sempre tem razão, aqui tem um exemplo de que nem sempre é possível ser submisso às vontades do consumidor.


É fato que é fundamental ouvir o público-alvo, saber o que ele está pensando, sentindo, ou seja lá o que for. Mas, nem sempre, o que ele diz é o que ele sente.


As redes sociais facilitam uma explosão de reclamações imediatistas que, nem sempre, correspondem ao que, de fato, o cliente pensa. Valendo-se da facilidade de dar sua opinião instantaneamente, o cliente acaba por reclamar, sem ter algum fundamento. Salvo suas exceções, é claro.


A questão é: as redes sociais facilitam o contato entre marca e consumidor. Mas é preciso saber quando ouvir e acatar às reclamações do cliente, e quando isso não passa de uma falha de comunicação causada pelas redes sociais.


Clica aqui e dá uma lida no texto veiculado no Mundo do Marketing.

Reunião de marketing

- Vamos fazer um clipe com a regravação de uma música massa, de um ídolo cool?


- Mas somos uma marca esportiva. Desde quando a gente faz clipe?


- Ah, a música é "Umbabarauma", do Jorge Ben, e ele fala do "homem gol". A letra é toda sobre futebol. Pode ser mais uma ferramenta para mostrarmos o quanto estamos antenados com o sentimento de malemolência e fé no esporte bretão!


- Hmmm. E de que forma a gente aparece nisto?


- Ah, sei lá. A gente pode dar nossos tênis para os técnicos e músicos do estúdio, agasalhos para toda a galera, bonés, e nossa marca aparece de forma sutil, em planos estilosos, de ajustes de focos... Estas malandragens que os novos cineastas estão fazendo, sabe?


- Ahmmm, tipo, com estética 5D? Sei, sei... Você é malandro! O que mais, o que mais?!


- Ah, chamamos o Ganjaman, a Thalma de Freitas, a Céu, esta galerinha da música paulistana que está dando o que falar e todo mês tem alguma resenha na Rolling Stone...


- Hmmm, tá, e alguém de peso?


- Que tal o Mano Brown, um ídolo da contracultura, para dar um apelo menos comercial para a jogada toda?


- Mano Brown? Tu tá louco?! O cara é da black music, muito mais natural que trabalhe com a nossa marca rival, afinal os caras já trabalharam até com Run DMC, agora tem Snoopy Dog, a Missy Elliot... Sei não...


- Quer apostar quanto que eu coloca até nossa camiseta nele?