Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
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Tá tudo digital.

Até a gravidez.


Agora o Facebook veio com essa. Já tem status pra tudo: namorando, casado, amizade colorida, namoro enrolado, solteiro convicto, e sei lá mais o quê. Fora as tags de filho (a), irmã, sogra, cachorro, e qualquer parentesco que se imagine. Ok, nem tanto, mas beleza. Agora, tem mais um status pra tu atualizar na tua página: Esperando Criança.



O negócio é que os casais estão cada vez mais inseridos no meio digital, e acabavam criando perfis para os seus bebês. Acontece que, pra ter um perfil, tu tem que ser maior de idade. Portanto: bebês não podem ter (oh, genius).


E aí, pronto! Vem a opção “Expecting Child”, que pode ser encontrada em Family Members. O que vai ter de mãe e pai atualizando mil coisas do bebê agora...


É porque não falta mais nada, mesmo. Aliás, deve faltar. Enfim.

Nova rede social ataca a web: Google+.


Pois bem. O astro do momento é o Google+ (plus ou mais, depende do quanto tu é cool ou não). Enfim. Tá todo mundo falando nessa nova rede social do Google (duh).


O negócio é que ela traz lembranças lá dos primórdios da era do Orkut – lembra dele? Aquela coisa que agora tu só posta tua foto na laje fazendo churrasco. Ok, mentira, calma. Mas é essa a imagem que o Orkut tem hoje em dia, quer você concorde ou não.


Deixando o Orkut de lado, quem tá debaixo dos holofotes é o Google+. E ele vem com vantagens, quando comparado às redes que a gente tem hoje: tu já separa teus amigos em grupos, de modo que tu vai compartilhar o que tu quiser só com aquelas pessoas que tu selecionar. Ou seja: teu pai tá na rede e tu não quer que ele saiba de alguma coisa? Não compartilha com ele, oras. Teu chefe tá ali de bico e tu quer manter ele longe dos teus assuntos pessoais? Não compartilha com ele. Quer contar algum segredo, novidade, ou simplesmente não quer abrir tua vida inteira como se todo mundo tivesse o direito de saber cada passo que tu dá? Compartilha só com os amigos, então. Tu pode escolher o que e com quem compartilhar teus assuntos. Ou não. E isso pode ser um tanto interessante – e seguro. É quase que uma tentativa de trazer pra cá essa tal privacidade, que há tempos a gente já nem sabe mais o que é.


E aí, de acordo com a ideia, tu faz assim: tu pega o teu contato, arrasta ele pro círculo que tu escolher, e DONE. Tá feito o negócio. Simples assim:



A nova rede social tá em fase de testes, ou seja: galere tá toda louca e alucinada atrás de convites, que são poucos que têm pra transmitir pros outros. Isso, obviamente, só aumenta a curiosidade. Eu não tenho um convite, então não posso dizer se o negócio de fato é bom ou ruim, mas posso repassar as impressões que o povo tá deixando pelo Twitter. Tem que diga que o negócio é chato, que é realmente um Orkut 2. Tem quem fale que é bem funcional, com esse lance de separar os amigos por “círculos de amizade”. Quem defende, diz que tá rolando bem pelo celular. Meio cedo pra ter alguma opinião formada, porque OI: fase de tes-te. Deve ter muita coisa pra ser arrumada ainda.


O negócio é que já tem gente se irritando com as notificações. Tudo que teus amigos fazem, tu é informado. Poxa, Google. Pensa aí, porque a gente pode até estar interessado na vida alheia, mas, pra isso, a gente fuxica. Não precisa nos contar tudo em cada detalhe, right? Enfim.


Dá pra dizer que na questão de gerar buzz, a rede é vencedora. Claro, tá todo mundo falando, seja pra criticar, pra elogiar ou pra pedir convite desesperadamente (por sinal, se alguém tiver e quiser me dar, não fico brava não ;D). Anyways!


O Google+ chega batendo de frente com o Facebook, tem layout clean que nem a rede do Mark Zuckerberg, mas vem com essa história de tu separar todo mundo em categorias especiais logo de cara, sem que tu tenha que ficar mexendo nas configurações depois – o que evita trabalho, e gente reclamando que passou da classe “amigos” para “conhecidos”.


O negócio é saber o que fazer com ele depois que tu separar todo mundo em grupinhos e ele deixar de ser novidade. Já não é bom o bastante tu ter gente te seguindo, tu publicar tudo num mural, tu dar check-in aqui ou ali e ter lugares que te questionam de tudo, e tu responde com alguma gracinha louca? Aparentemente, não. Não tá bom o suficiente. Chega aê então, seu Google+. Mostra pra que veio.

Curtiu a Heineken? Toma um abraço.

A Heineken entrou no Facebook no fim do ano passado e recentemente conseguiu que 1 milhão de pessoas “curtissem” sua página.


Em um gesto de agradecimento, a marca fez o quê? Vestiu um monte de mulheres e mandou elas pras ruas pra distribuir abraços, numa espécie de “free hugs”.


Óbvio que o time masculino curtiu essa, né? Olha aí:



Twitter & Facebook.

Agora, a SPR entrou na onda de ser seguida pelo Twitter, e está nas bandas do Facebook também. Assim, fica mais fácil de entrar em contato com a agência e saber em tempo real o que está rolando por aqui.


Segue a gente aqui em @agenciaspr e dá uma curtida aqui.

ABSOLUT ataca no Twitter e no Facebook.

Para divulgar o lançamento de ABSOLUT GLIMMER, a vodka ABSOLUT surgiu com uma ação que roda nas redes sociais entre 16 e 20 de novembro. Dentro dela, os seguidores da marca vão poder participar ao vivo de uma ação de Light Painting no Facebook.


Para tanto, dois artistas receberam o desafio de criar algo fora do comum usando uma garrafa vazia do novo produto, preenchida com lâmpadas Led.


Para participar, os seguidores têm que mandar no horário em que for definido no Facebook ou no Twitter uma palavra que responda à pergunta “O que você quer tornar excepcional agora?”.


A ação visa estimular a criatividade e a interação com o consumidor, e fazê-los aproveitar o hoje, tornando-o, como diz o mote da campanha, excepcional.


Confere aí o vídeo:



Do início ao fim.

A vida no Facebook.



O desafio da Johnnie Walker.


A Johnnie Walker lançou, no Facebook, o desafio “gigantes”, para que um internauta seja recebido por ninguém menos que Lewis Hamilton no box da Vodafone McLaren Mercedes, no autódromo de Interlagos.


Foi disponibilizada na página johnniewalkerbrasil, no Facebook, uma pista virtual sobre frases de efeito eternizadas pela marca.


A rapidez com que os autores são identificados determina a velocidade nas voltas da pista virtual. As frases foram ditas no programa Johnnie Walker com Gigantes, na rádio Mitsubishi FM.


O conceito “Keep Walking” move Johnnie Walker em alta velocidade, e a criação deste game/desafio pretende mover o internauta, e criar uma experiência virtual que o estimule a seguir sua caminhada.


Aproveita, e dá uma conferida aqui.

Skate: de 1970 até aqui.

A Shoe Power vem lançando uma campanha que se baseia na evolução do skateboarding, que começa nos anos 70 e vem até a atualidade. A campanha evidencia o estilo, a moda e o que rolava no som de cada período.


Confere aí parte do projeto:


Evolution of Skate from Shoe Power on Vimeo.

Amanhã, dia 06 de outubro, o curta vai ser disponibilizado na íntegra na página oficial da marca no Facebook. Dá um conferes aqui.

Greenpeace x Facebook

O Greenpeace está promovendo uma campanha contra os planos do Facebook de usar em seu datacenter a eletricidade gerada pela queima de carvão – a fonte de energia mais suja, feia e boba do planeta. Querem convencer o menino Zuckerberg a usar fontes de energia renováveis.

O videozinho da ação é muito... querido.

Confiram:

90 anos de Moça.


Às vésperas de se tornar uma senhora de 90 anos, o leite condensado Moça, primeiro produto da Nestlé fabricado no Brasil, vem com uma novidade para os fãs da marca: a partir desse mês, Moça invade a internet, com site próprio, Facebook e Twitter, todos integrados entre si. Fora que também foi lançado um aplicativo pra iPhone, que pode ser baixado na Apple Store e, quatro dias após seu lançamento, já ocupa o segundo lugar em número de downloads.


Os 90 anos do leite condensado Moça serão comemorados ano que vem, juntamente com a Nestlé Brasil.

As 5 top marcas no Facebook.

A pesquisa ExactTarget and CoTweet fez um estudo para entender o que as pessoas procuram na página de sua marca preferida no Facebook. A resposta foi simples: descontos e conteúdo gratuito.

Segundo a pesquisa, 40% dos entrevistados estão na página pelo fato de gostar da empresa, 36% querem receber brindes, 30% querem atualizações sobre vendas, e outros 39% apóiam a marca. Nota: apenas 17% estão propensos a comprar algo depois de “gostar” da marca.

De acordo com o estudo, as 5 marcas que mais envolvem os usuários no Facebook são Oreo (Nabisco), Walmart, Victoria's Secret, iTunes e Dove.

Mais uma vez, redes sociais expõem as marcas, e caem no gosto do público. Sabendo usar a mídia, então, fica mais fácil de agradar o target.

Não é cópia. É compartilhamento de ideias.


O Facebook lançou o Facebook Stories quando atingiu 500 milhões de usuários. O projeto consiste em convidar as pessoas a dividirem suas histórias envolvendo o site com os demais usuários. Em um curto período depois, o Twitter fez algo parecido (para não dizer idêntico), só que com o nome de Twitter Tales. Provavelmente, este é um projeto que já estava em andamento, mas não deixa de ser uma ideia repetida, que perde totalmente o impacto e a originalidade. Em ambos os casos, o internauta manda sua história, e as escolhidas são transformadas em temas, que se encaixam em vida, comunidade e humor.


Confere aqui embaixo o vídeo explicando como o projeto do Facebook funciona e, por ele, você descobre como o do Twitter funciona também.



Deustchland findet euch.


Alemanha, ajude a me achar. Esse é o nome da campanha que visa ajudar a encontrar crianças desaparecidas. Criada pela agência Kempertrautmann, a campanha é uma ação voluntária que conta, portanto, com o poder das redes sociais e, no caso, do Facebook.


A ação teve início durante uma partida de futebol entre Bayern de Munique e Real Madrid: todos os jogadores entraram acompanhados por crianças, exceto o capitão Van Bommel, que entrou carregando um pôster com a foto de Débora, desaparecida desde 1996. Em um dia de campanha, a página do Facebook da campanha chegou aos 2200 membros.


Um meio simples, gratuito, e que mobiliza milhares de pessoas em qualquer lugar do mundo. É a tecnologia agindo em favor da solidariedade.

Vovó também pode ter Orkut e Twitter.

Se não for unânime, é quase: é só falar Orkut, Twitter, MSN ou derivados perto de algum avô ou avó que vem aquele som, acompanhado por um ponto de interrogação gigante: “Hein?”. Apesar de até já terem ouvido falar, raros são os que, de fato, sabem do que se trata essa história de rede social, ou até mesmo como funciona essa tal de internet. Para eles, é quase um bicho de 7 cabeças. Complicado, difícil, moderno demais. Pois bem, se o problema é a modernice exagerada do nosso tempo, a Moma Propaganda deu um jeito nisso. Uma série de peças publicitárias foi criada para o evento MaxMídia do jornal Meio e Mensagem, que vai rolar em outubro. As peças seguem a linha dos anúncios de outrora, daquela época em que “telephone” se escrevia assim, e nem se sonhava com uma reforma ortográfica revolucionária (ou algo do gênero). Se nossos avós se depararem com anúncios como estes, é possível que a gente tenha que disputar o computador, ou tenha que bater um papo virtual com a vovó. Se a moda pega...