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Fail da segunda.

E, no fim, Fernanda Vasconcellos aparece sem umbigo no comercial das Havaianas.

É o que dá exagerar e errar a mão no Photoshop.



#fail

Errinho básico.


Já foi dito que errar é humano, mas tem que ser um erro desses?


A Kroger, empresa americana que fabrica o cereal Ochocinco’s, licenciamento da marca do jogador de futebol americano do Cincinnati Bengals, da NFL, Chad Ochocinco, cometeu O erro.


A ideia era incluir na embalagem do cereal o telefone de uma instituição de caridade, Feed the Children, mas aí que está o problema: colocaram o prefixo errado, e o telefone impresso na caixa foi, simplesmente, o de um disk-sexo. Pois é: tu liga, e no lugar da instituição atende uma mulher com voz toda sexy, pedindo o número do teu cartão pra cobrar pelo “serviço”.


Chad pediu desculpas ao público através de seu Twitter, com a seguinte mensagem:


“Awe man, I’m bummed about the cereal number mixup on the cereal, trying to do good and got messed up. Of all numbers why that one!!! Sorry.”


Em outro tweet, Chad diz:


“For those who were offended by the mixup, my deepest apologies but I was only bringing awareness to a charity that I’m a huge part of. SORRY.”


Parece piada, mas não é. Ainda bem que existe recall, caso contrário... Sem comentários.

De volta às origens.


O logo da GAP mudou, foi odiado pelo universo, e aí, o que acontece? “Desculpe, foi um engano.”.


Tudo bem, você pode voltar atrás de alguma decisão, porque, nessa realidade em que tudo é líquido, já se espera que tudo mude mesmo. Até as opiniões. Mas, vamos combinar, né? Mudar um logo, conhecido e adorado por tanta gente há tantos anos, da noite pro dia, e esperar que a reação seja a mais pacífica possível foi um erro primário. Errar é humano, mas não exclui o fato de que pode ser catastrófico. E foi.


Depois de perceber a mancada, a marca resolveu voltar atrás, humildemente, e admitir que foi um erro mudar o logo da GAP a bel prazer, ignorando a opinião principal: a do consumidor.


Diz: que empresa, hoje, pode agir sem se comunicar com seu público-alvo antes? Não dá, né? Não que a decisão deva ser tomada pelo público, e a empresa deva acatar a seus caprichos e desejos, somente. Mas é importante (pra não dizer fundamental) que o consumidor seja parte do que ocorre com a empresa.


Se você disca um número errado, você pede desculpa, desliga, e liga de novo. Mais ou menos o que a GAP fez: mudou o logo, viu a opinião do consumidor, pediu desculpa, descartou o tal logo novo e foi à luta novamente, com a munição que está acostumada a usar há uns bons anos.


Infelizmente, a empresa fez o caminho inverso. Antes de sair tomando decisões e colocando-as em prática, por favor: ouça seu público e veja se ele está aberto a mudanças, principalmente a mudanças drásticas.


Inovar e evoluir é muito digno, mas não é sinônimo de se perder a essência.


Anyways: a empresa viu o erro, reparou, e teve a humildade necessária para vir a público e dizer “ERRAMOS. Now, move on.”. E está certa. Não se chora o leite derramado, mas se limpa a bagunça.


A GAP, queridinha há tanto tempo, vai se sair bem dessa, é claro, afinal, seu público vai perdoá-la. E aposto que ela nunca mais vai acordar com vontades estranhas de mudar e, simplesmente, agir, esquecendo que sempre vai ter gente olhando. E criticando. Muito.