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Diego Quinteiro passou por aqui.


Vocês repararam ali embaixo que, duas semanas atrás, rolou um bate papo bacanudo aqui na agência, né? Não, o blog não está com um delay de informações, mas a estagiária estava num recesso forçado, em decorrência da entrega do TCC. Mas a notícia continua sendo fresquinha e bacanuda do mesmo jeito.


Pois bem. O senhor Diego Quinteiro esteve aqui pelos pampas pra me visitar – já que meu trabalho de conclusão, que fez com que esse post fosse adiado, é sobre ninguém menos que seu primo, PC Siqueira. O Diego veio, então, conhecer um pouco sobre essa tal terra gaúcha, e aproveitou a estada pra me dar aquele help na construção do meu projeto. Porém, essa coisa tipo internet (olha aqui pra entender a piada) é o boom do momento. Ok, é o boom de muito tempo atrás, mas, hoje, ela toma conta de um jeito mais forte ainda. E aproveitando que o Diego estaria aqui, convidei o rapaz pra dar uma chegadinha aqui na agência e bater um papo com a galera daqui. Querido como só ele, o Diego na hora concordou e veio trazer conhecimento aqui pra SPR.


O bate papo rolou no fim do dia, regado a Heineken (e refrigerante pro Diego). O cara falou sobre Twitter, YouTube, redes sociais no geral, deu um heads up sobre como começou o canal MASPOXAVIDA, onde PC armazena seus vídeos quase que semanalmente, e ainda deu uma baita ideia de como tá a publicidade nesse meio. Falou ainda dessa história de webcelebridade, que são os famosos da internet, formadores de opinião e queridinhos das marcas na hora de fazer algum tipo de divulgação ou campanha mesmo. Esclareceu um monte de perguntas (né Cleber?) e esbanjou simpatia. Tudo na maior boa vontade e camaradagem.


Aqui fica meu MUITO OBRIGADA em nome da agência toda pro Diego, que veio aqui super disposto a bater um papo tranquilo e conhecer nosso ambiente de trabalho só pela amizade e pelo carinho.


Thanks, dear. E seja sempre muito bem vindo.

YouPix2 – Só no paetê. #DayOne

Se não brilha, corta. (by Lohane)


Bom, e já que eu fui nesse evento, nada mais justo do que dividir o que rolou por lá por aqui. Né? Então.


Semana retrasada aconteceu o YouPix Festival, que rolou nos dias 17, 18 e 19 de agosto lá no Porão das Artes, no Ibirapuera, em Sampa (ah vá). O YouPix, pra quem ainda não entendeu do que se trata, nada mais é do que a internet fora do teu navegador, só que muito melhor.


O evento começou na quarta, e a fila pra inscrição/cadastramento dos participantes era imensa. Mas imensa mesmo. Não pra gente, que era imprensa, claro. E VIP. #todascurte.



Mas a dimensão do evento era tão grande, que os bombeiros tiveram que interferir e bloquear a entrada de muita gente, que xingou muito no Twitter, by the way. Dá um conferes em como tava a fila quando ela ainda tava pequenininha:



Agora repara na fila que se formou até a noite, já que os bombeiros ali impediram a entrada da galere:



A estrutura do lugar estava um pouquinho diferente, mas a ideia era a mesma: dois hubs pra galere poder dar uma sentada e descansar enquanto, em horários programados, rolava alguma ação, áreas de interação, o bar Devassa, é claro, que, by the way, tava sempre com uma fila do capeta, o auditório e, óbvio, a área vip. E por lá circulavam todos os blogueiros, vlogueiros, entusiastas e arrobas mais famosas da interwebs.


E já no primeiro dia rolou muita coisa bacana. Logo na entrada, trombei com o querido do Cauê Moura, o cara do Rap dos Memes, dono do Desce a Letra. Atrasadíssimo pra tocar terror na Cozinha Hard Core, mas ficou tudo bem depois. O cara tomou conta do Hub Senta Lá e fez uma zoooona que botou toda a galere pra cima.



Mais além, quem estava dando sopa (e autógrafos) era o Carpinejar. Ele dispensa apresentações e comentários. Mas vou comentar mesmo assim: fez a maior festa com a gente, foi super bem humorado, e ainda ficou batendo um papo bacana, do lado da @nairbello. E os dois, by the way, voltaram pro palco mais além.


No palco principal rolou muita coisa legal. Aliás, em todos os ambientes rolou tanta coisa legal, que a memória não deixa lembrar de tudo. Mas quase tudo. Com o palco lotado de pessoas bacanas, vem conversar com a galera ninguém menos que Gilberto Gil, que chegou todo simpático, respondendo a todas as perguntas que estavam sendo feitas no debate "Todos entrevista Gilberto Gil". E ainda deu uma palhinha do som dele, é óbvio.


No meio da palestra que rolava no auditório, fui dar uma volta lá por fora, e tava rolando uma espécie de stand-up com o Serginho Mallandro. Tudo bem que eu não conseguia entender uma palavra que o cara falava, mas aparentemente estava muito engraçado. Na real, tava acontecendo um nerdcast com o Azaghal e o Jovem Nerd, sabe? (diz que sim, por favor!) E, lá pelas tantas, chega o Toninho do Diabo pra fazer graça com a galera. Épico.


No LOL Live, comandado pelo Rafinha Bastos, a galera pode conhecer de perto a Lohane Vêkanandre Sthephany Smith Bueno de HA HA HA de Raio Laser Bala de Icekiss. Sim, isso aí. Não sabe do que se trata? É o João Pedro, que tem como “nome artístico” isso tudo que eu citei aí em cima. Dá o play aqui e confere a situação.


Mas épica foi a subida ao palco do Toninho do Diabo, símbolo aqui da nossa equipe RED. Mais épico ainda, foi ele ter me convidado pra ser discípula dele e me dar o número do telefone dele. Sim, juro. E tem vídeo pra provar que eu fui cantada e tentada pelo capeta.



Ainda no LOL Live, chegou a coisa querida do Ahnão, criador da Dança do Quadrado. O rapaz deu um show de humor ao lado do Rafinha, e depois ainda botou o Cid pra dançar com ele bem lindos no palco. Dá uma olhada:




Antes da gente se amontoar em táxis pra chegar na baladinha da alta social media (not), rolou um pocket show com o Teatro Mágico. Lindo lindo lindo. Pena que tive que voar pra não perder a carona das arrobas. #todaschora


No fim da noite, a FESTA DURO rolou lá na Paulista, com as arrobas mais queridas do brazeel assistindo o jogo num boteco. Ali deu pra bater um papo mais de perto com a galera mais influente e antenada da interwebs, e rolou uma breja com um bando de gente bacana, tipo a gaúcha Ana de Cesaro, do Tá e daí?, o Anderssauro, que veio lá de Curitiba, o Ahnão, o Cid, Marcos Castro, mais um mooonte de gente, e um comentário à parte: a diva Lohane citada acima fez parte da galera que tava reunida. Sem mais, né?



PS: As fotos são de arquivo pessoal, roubadas dos amigos e do Flickr do YouPix.

YouPix 2.


Então, guys. Ao contrário do que dizem por aí, não estou saindo de férias pra ficar de pernas pro ar (or whatever). Novamente me voy para mais uma edição do YouPix em São Paulo. Tu tá ligado no que eu tô falando, né? É aquele evento de cultura de internet que rolou lá por abril, e rendeu esses posts aqui: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (LÊ).


Agora, o evento acontece novamente no Ibirapuera, no Porão das Artes, nos dias 17, 18 e 19 de agosto. Ou seja: depois de amanhã começa toda a função. O YouPix é gratuito, e tu só tem que fazer uma inscrição simples aqui no site, pra poder ficar conectado o tempo todo enquanto estiver por lá.


A segunda edição do evento vem com um monte de convidado bacana, que super entende dessa cultura internética que a gente vive hoje, e vão rolar palestras, bate papos e debates super relevantes pra quem é do meio e pra quem curte essa batida que a gente vem vivendo. Fora o que estiver rolando no auditório principal, rolam, é claro, as atividades paralelas que acontecem no Lounge do evento, no Hub + Bonito da Cidade e no Hub Senta Lá. E é nesse Lounge que fica o Bar Devassa, com breja e amendoim pra todo mundo. For free, of course. #todascurte.


O YouPix vai contar com a presença de uma galera que manda muito nessa questão de blogs, vlogs, pensamento wébico, produção de texto pra internet, memes, virais, o que é relevante na rede e o que não é, e conteúdo online em geral. Entre os tops desse meio, estão Rosana Hermann, PC Siqueira, Cid, do blog Não Salvo, Cauê Moura, do Desce a Letra, Rica Grandi, que produz um bando de gente do meio, a lenda viva do rock Serguei (#todaschora), e no fim de cada noite, o Rafinha Bastos chega com a sessão LOL e bota a galere toda pra dar umas risadas. Claro que isso aí não é nem 1% do bando de gente que vai ter por lá. Mas, enfim. Confere a programação aqui.


O evento super agrega no quesito conteúdo, e quem tiver a oportunidade deve muito participar. Vão ser 3 dias de função, e dá pra trocar uma boa de uma ideia com a galera, além de fazer bons contatos e amizades.


Enquanto estiver por lá, vou fazendo um update do que estiver rolando. Dúvidas, comentários, recados pra galere de lá ou afins são super bem vindos (e devidamente respondidos).


Quer saber mais? Olha por aqui:


@agenciaspr

@caroolmattoss


Atualizações sempre que possível, ou quando o sinal da rede do Ibirapuera permitir.


#vemgente!

Maldição no final de semana.

Se tu tem um computador, uma televisão e mora no planeta Terra, tu no mínimo já ouviu falar, se não estiver com eles martelando na tua cabeça, em Pôneis Malditos, né?


Sexta-feira à tarde, depois de um tweet do influente blogueiro do Não Salvo, não demorou pra gente ter as palavras Pôneis Malditos nos TT’s. E demorou menos ainda pro negócio ser o topo dos trending topics. Dá uma olhada no tweet:



Eu nem cliquei no link. Tem tanta coisa bizarra que o cara twitta, que nem cogitei ver do que se tratava. Mas, não adianta: o negócio virou o centro das atenções rapidinho. Tratei de ver do que se tratava a loucurada do momento:




Pois bem. A bizarrice da hora era um comercial da Nissan, que perguntava para o consumidor se ele queria um carro movido a pôneis ou a cavalos. A musiquinha infantil é feita pra não sair nunca mais da sua cabeça. No vídeo feito para a internet, logo após o comercial, aparece o pônei engraçadinho transformado em um troço demoníaco – nem tanto – ameaçando a pessoa ao dizer que, se ela não passar o vídeo a diante, ela vai ficar pra sempre com a musiquinha na cabeça. Eu não passei a diante. Vai ver é por isso que ela tá na minha cabeça até agora – not.


Diz que a história toda já tá rolando na TV desde sexta mesmo, mas eu só vi ontem, quando meu vô perguntou um tanto contrariado: “Que diabo é isso aí? Pôneis??”. Sim, vô. Pôneis. O nonsense saiu da internet, lugar onde o que não faz sentido é coisa natural, e invadiu a televisão mesmo. A pessoa assistindo as videocassetadas do Faustão, entra o break, e vem a musiquinha chiclé. Sim, porque foi isso que marcou meu vô: a “música chatinha”. Pergunta pra ele se ele lembra que é uma produção da Nissan. Enfim.


A gente já tá mais do que acostumado ao estranho, ao que foge do comum. Se a gente vir algo simples, aí sim a gente vai estranhar e se sentir incomodado. Faz tempo que o comum deixou de ser “comum”. Mas, daí, tu veicula na TV algo total inesperado. Chamou a atenção. Rolou aquele estranhamento, e a ação foi notada. E como. E é óbvio que ela continua na internet, nas redes sociais. No vídeo, aparece um endereço, que te direciona ao Facebook.


A Nissan curte seguir essa batida polêmica, e creio que tenha acertado nessa escolha também. Pelo menos, aqui na agência, tá todo mundo cantarolando “Pôneis malditos, pôneis malditos, lálálálálálálá”. E, no Twitter, a maldição continua. NO TOPO.



Acho que Pôneis Malditos estarão pra sempre nos TT’s. Porque, né?

Pausa na sua programação de web normal.

Quem acompanhou o jogo do Brasil de ontem pelo Twitter viu que a galera tava ensandecida fazendo piadas desesperadamente, comentando de um jeito mais alucinado que o próprio Galvão, e marcando presença direta no micro blog. Né? Então.


Mas, aí, perto da uma da manhã, o Twitter dá uma pausa brusca: um dos ícones do mundo wébico estava na TV: PC Siqueira estava sendo entrevistado pelo Jô. #todastroca computador pela televisão.



Aí, em menos de um mês, a gente tem a internet levada pra televisão pela segunda vez – a primeira foi no programa A Liga, do Rafinha Bastos, que levou blogueiros de peso e o próprio PC pra telona, ultrapassando as telas do computador e do youtube.


A expectativa? Grande, né. Fala sério: pra quem curte internet, ter um representante de peso falando em rede nacional é tudo. Ainda mais um cara que é tão querido dentro dessa coisa wébica toda.


Mas aí, o entrevistador é o Jô. Nada contra ele, bem pelo contrário: o cara é um baita profissional, e o talento é incontestável. Só que ele já começa a entrevista perguntando se “PC” vem de Personal Computer. Tu não te deu nem ao trabalho de ver que o nome do cara era Paulo Cezar? Beleza.


A entrevista vai rolando, e fica claro que fizeram uma pequena pesquisa sobre o PC, e pegaram tópicos absurdamente irrelevantes pra conversar. Poxa: dez minutos falando que o cara faz xixi sentado? Isso por conta de UM VÍDEO que ele fez? O comentário teria sido relevante, se eles tivessem ido pra um outro lado, como por exemplo, quando o PC disse que muita gente “saiu do armário e confessou que faz xixi sentado também.’. Aí podia ter sido explorada a questão de grupo, de sociedade de tribos, que se identificam uns com os outros, e podia ter rolado um papo legal sobre a influência que uma pessoa tem, até na hora de fazer as pessoas confessarem assuntos íntimos, que as fazem pertencer a algum grupo ou classe. Mas isso não aconteceu. O entrevistador insistia em ficar num papo superficial, que tava gerando um certo estranhamento.


O PC é um ilustrador. O cara fez uns vídeos e se fudeu, como ele mesmo diz. Agora, além de vlogger, dono do canal MASPOXAVIDA no youtube, ele é apresentador de TV, tendo o seu próprio programa na MTV, o PC na TV. Ele é profissional, sabe o que fala, e fala mesmo, sem amarra nenhuma. É formador de opinião, tem grande influência nas redes sociais, e ninguém pode negar que o cara já é celebridade. Como me disse o Diego, primo do PC, ontem depois da entrevista, “a gente foi pro Jô por causa de um negócio que a gente faz no quarto!”. Sim, foram pro Jô por causa de um negócio que fazem no quarto. É simples. É fácil de se identificar. Eu posso fazer, tu pode fazer, teu vizinho pode fazer. Não to dizendo que qualquer um pode fazer com qualidade, mas é algo do cotidiano sentar no seu quarto e ter um monte de opiniões passando pela sua cabeça. A diferença é que o PC fala, independente do que vão pensar dele. E esse desabafo dele a cada vídeo o aproxima do grande público, que vê nele um tipo de líder de opinião, que fala metade daquilo que muita gente queria dizer e não tem coragem.


Anyways. Tinha o que se falar. O cara estoura por causa de um vídeo que fez no quarto, tem um número enorme de seguidores, causa um alvoroço na internet a cada comentário que faz, e o Jô diz que o cara é um “viciado em internet”. Sério que não tinha mais o que falar sobre ele?


Fez feio? Claro que não. A entrevista foi divertida, PC foi descontraído, a galera curtiu e pediu mais. Mas quem não é ligado em internet e não sabe quem é o tal do PC Siqueira, continuou sem saber quem ele é.


Pra quem é de web, esse tipo de projeção de aparecer na TV e ser exposto na grande mídia é excelente. Tu passa a ser conhecido por um outro tipo de público, pode mostrar teu trabalho e, principalmente, que nerd de internet não é um bando de alienados que curtem legalzices e não conseguem formar um pensamento que contenha mais de 140 caracteres. Levar uma webceleb pra televisão é ótimo. Mostra que o que rola na rede já tem força suficiente pra sentar do lado do Jô, que é O cara, tomar a água da famosa caneca que ilustra o cenário, e mostrar pro mundo a que veio.


Tudo bem que sou suspeita a falar, já que curto o trabalho do PC. Mas no momento que o cara ganha um espaço desses, e tu vê que não é mostrado nem metade do que ele pode oferecer, frustra. E não por culpa dele, mas daqueles que continuam pensando que quem se sobressai na internet só consegue tal fato por fazer alguma bobagenzinha engraçada, nonsense, ou superficial.


A entrevista correu bem, PC foi bem aceito, a conversa foi leve e realmente capaz de entreter o público. Mas faltou contar quem é o PC. Porque, convenhamos: ele não é o cara que faz xixi sentado. Tem bem mais conteúdo por trás disso aí que mostraram. Talvez esse tenha sido o ensaio da entrada do PC na vida pública fora da internet (globalmente falando, já que ele é VJ da MTV, right?).


Mesmo não entendendo por que raios ninguém falou nada sobre quem é o cara – além de dizer que ele é nerd e senta pra ir ao banheiro – , a entrevista foi sim válida. Em uma questão de 3 minutos, ele ganhou uns 200 seguidores. Meia hora depois, o número já tinha crescido em quase 1000. Hoje de manhã, já passa dos 2000 novos seguidores. A projeção foi boa, e o melhor da ida dele ao Jô foi o reconhecimento. Foi a compreensão de que existe conteúdo na internet relevante o suficiente pra chegar ao conhecimento daqueles que não vivem conectados. E mais ainda pra mostrar que a internet parou no momento que ela foi pra TV. Prova da força que os outrora chamados “internautas” têm, e de como essa “classe” é unida.


Mandou bem, PC.


Ok, fim da entrevista, de volta à programação normal – e insana – da sua internet.

#smdpoa

TE LIGA: texto da Melina, people:


Bom, primeiramente, deixa eu me apresentar: sou Melina Tamelini, e sou planner aqui da SPR e esse é meu primeiro post!

Na última quinta-feira, eu e a Carol Mattos fomos ao Social Media Day de Porto Alegre. Para quem não sabe, dia 30 foi o dia mundial de Social Media, e várias cidades, como São Paulo, estavam tendo eventos relativos ao tema. O de Porto Alegre trouxe O Bairrista e @e001 para conversar.

Meio padrão nesse tipo de evento, havia um telão que mostrava todos os tweets com a hashtag #smdpoa. Claro que a gente tinha que participar:


Primeiro disseram que o @e001 era o Luciano Potter: sensação de "todo mundo sabia menos eu" no ar. Passado um tempo, em clima de Star Wars e com uma máscara de Darth Vader, entra o verdadeiro @e001 - que permaneceu anônimo e depois que acabou o evento praticamente saiu correndo.

Bom, devo admitir que eu esperava bem mais. Tanto o @e001 quanto O Bairrista não muito estavam preparados, assim como a mediadora. Mas a falha maior pra mim foi da organização: alguns problemas técnicos e a maneira que o evento foi conduzido demonstrou um pouco de amadorismo. Vejam bem: descontração e amadorismo são coisas bem diferentes. E o ambiente estava bem descontraído.

Mas às vezes eu deixava de prestar atenção no que estavam dizendo (talvez pela falta de preparação, talvez pela mediação) pra ler o telão. E descobri que o Cortez, de Insensato Coração já foi preso! #fail. Além de me divertir com os perdidos, perguntando o que era isso de #smdpoa.

Mas deu para descobrir umas coisas legais, principalmente curiosidades sobre como rola o trabalho d'O Bairrista, por exemplo. Ele nos contou, por exemplo, que o twitter (como tudo começou) ainda tem muito mais força que o site e como foram gravados a música e video da "banda mais gaudéria da cidade".

Sabem o peixereca, o site de compras coletivas? Não esse, que vende produtos para adultos, mas o primeiro, criado em outubro do ano passado, que apresentava algumas meninas? Criação do @e001, ele nos contou que as pessoas realmente levavam a sério, dos dois lados: os querendo aproveitar os descontos e as garotas, e os empresários querendo divulgar suas clientes. E não eram 1 ou 2 interessados, mas vários mesmo, bastante gente.

Uma coisa que me chamou a atenção foi a falta de perguntas - não considerarei "por que Brasil com Z?" para O Bairrista uma pergunta válida. Acho que foi um reflexo da pouca interação que rolou entre convidados e público. Não tinha ninguém da organização do evento com umas perguntas falsas para pilhar o pessoal, nem a mediadora fez muita questão de puxar a galera.

Bom, eu acho que para a próxima edição deve-se rever a mecânica: simplesmente sentar 2 pessoas que não estão muito bem preparadas, não sabem direito por que estão ali, na frente de uma galera não é exatamente interessante.

SPR e o Social Media.

Então. Ontem rolou o Social Media POA, lá no Shopping Total. Sabe? Pois bem.

A Melina e eu fomos, e segunda ela vem com um post bacanudo pra contar como foi a experiência. O evento contou com a presença dos twitteiros @o_bairrista e do polêmico e não-identificado @e001.

#ficadica que logo mais vem post da nossa planner, hein?

E hoje tô indo pra Curitiba, pra participar do Social Media que rola lá amanhã. SPR totalmente inserida no meio wébico, hein?

Segunda a gente conta.

Nova rede social ataca a web: Google+.


Pois bem. O astro do momento é o Google+ (plus ou mais, depende do quanto tu é cool ou não). Enfim. Tá todo mundo falando nessa nova rede social do Google (duh).


O negócio é que ela traz lembranças lá dos primórdios da era do Orkut – lembra dele? Aquela coisa que agora tu só posta tua foto na laje fazendo churrasco. Ok, mentira, calma. Mas é essa a imagem que o Orkut tem hoje em dia, quer você concorde ou não.


Deixando o Orkut de lado, quem tá debaixo dos holofotes é o Google+. E ele vem com vantagens, quando comparado às redes que a gente tem hoje: tu já separa teus amigos em grupos, de modo que tu vai compartilhar o que tu quiser só com aquelas pessoas que tu selecionar. Ou seja: teu pai tá na rede e tu não quer que ele saiba de alguma coisa? Não compartilha com ele, oras. Teu chefe tá ali de bico e tu quer manter ele longe dos teus assuntos pessoais? Não compartilha com ele. Quer contar algum segredo, novidade, ou simplesmente não quer abrir tua vida inteira como se todo mundo tivesse o direito de saber cada passo que tu dá? Compartilha só com os amigos, então. Tu pode escolher o que e com quem compartilhar teus assuntos. Ou não. E isso pode ser um tanto interessante – e seguro. É quase que uma tentativa de trazer pra cá essa tal privacidade, que há tempos a gente já nem sabe mais o que é.


E aí, de acordo com a ideia, tu faz assim: tu pega o teu contato, arrasta ele pro círculo que tu escolher, e DONE. Tá feito o negócio. Simples assim:



A nova rede social tá em fase de testes, ou seja: galere tá toda louca e alucinada atrás de convites, que são poucos que têm pra transmitir pros outros. Isso, obviamente, só aumenta a curiosidade. Eu não tenho um convite, então não posso dizer se o negócio de fato é bom ou ruim, mas posso repassar as impressões que o povo tá deixando pelo Twitter. Tem que diga que o negócio é chato, que é realmente um Orkut 2. Tem quem fale que é bem funcional, com esse lance de separar os amigos por “círculos de amizade”. Quem defende, diz que tá rolando bem pelo celular. Meio cedo pra ter alguma opinião formada, porque OI: fase de tes-te. Deve ter muita coisa pra ser arrumada ainda.


O negócio é que já tem gente se irritando com as notificações. Tudo que teus amigos fazem, tu é informado. Poxa, Google. Pensa aí, porque a gente pode até estar interessado na vida alheia, mas, pra isso, a gente fuxica. Não precisa nos contar tudo em cada detalhe, right? Enfim.


Dá pra dizer que na questão de gerar buzz, a rede é vencedora. Claro, tá todo mundo falando, seja pra criticar, pra elogiar ou pra pedir convite desesperadamente (por sinal, se alguém tiver e quiser me dar, não fico brava não ;D). Anyways!


O Google+ chega batendo de frente com o Facebook, tem layout clean que nem a rede do Mark Zuckerberg, mas vem com essa história de tu separar todo mundo em categorias especiais logo de cara, sem que tu tenha que ficar mexendo nas configurações depois – o que evita trabalho, e gente reclamando que passou da classe “amigos” para “conhecidos”.


O negócio é saber o que fazer com ele depois que tu separar todo mundo em grupinhos e ele deixar de ser novidade. Já não é bom o bastante tu ter gente te seguindo, tu publicar tudo num mural, tu dar check-in aqui ou ali e ter lugares que te questionam de tudo, e tu responde com alguma gracinha louca? Aparentemente, não. Não tá bom o suficiente. Chega aê então, seu Google+. Mostra pra que veio.

Do viral ao meme.

Pronto, agora é tendência fazer vídeo bacanudo e soltar na web pra viralizar ou coisa do tipo. A Banda Mais Bonita da Cidade que o diga.


A internet tá aí pra mostrar um monte de coisas aleatórias. E, por aleatórias, entenda ALEATÓRIAS MESMO. Vídeos, blogs, sites, conteúdos bizarros ou até relevantes, mas é uma mistura tão incoerente que deixa o cara louco. Ou não, já que isso é até rotina.


Tipo duas semanas atrás, o boom da internet foi A Banda Mais Bonita citada ali em cima. O negócio que rolou foi que largaram um vídeo no YouTube, que virou sensação no FaceBook. Tu via o povo em peso postando, repostando, blogando, se emocionando com a música dos caras que, OI? Não passa de uma composição de 8 versos que se repetem por 6 minutos. Eu disse SEIS.


E aí veio a gozação em cima disso. Não tinha uma viva alma que não comentasse no Twitter – e não tirasse um sarro da letra ou do nome da banda. A música, que se chama Oração, tem umas rimas sem pé nem cabeça, que abrem muita margem pra galere cair matando em cima.


Gente, calma que não tô dizendo que é ruim. A banda tem potencial. Tanto que as músicas dos outros vídeos são massa pra caramba. Só essa Oração que pra mim não fez milagre, porque vai ser repetitiva assim do lado de lá! Dá o play, se tu ainda não fez isso:



Enfim. A proposta da banda foi fazer um vídeo “simples” – como se plano sequência fosse um troço simples, mas ok. Mas a vibe era toda despretensiosa, apostando na poesia, na simplicidade e nessa coisa pura que é pra ser o amor que a banda prega – que amor. O vídeo é bacana mesmo, bem produzido, bonito, e passa essa batida que eles apostam. É uma tentativa de ficar nessa vibe retrô-atual que é tendência agora, e partir pro lado hype misturado com hipster + hippie e sei lá mais que tendência – porque tem de tudo ali.


O fato é: se a música é chata, repetitiva, brilhante ou o que for, não importa. Importa que o vídeo deu certo e a banda caiu na boca do povo e nas timelines alheias.


E pular de viral pra meme agora é uma questão de segundos. Foi o caso do que rolou ontem. A Vivo (a operadora) fez um vídeo em homenagem ao dia dos namorados resgatando nada menos que um dos hinos da juventude de outrora: Eduardo e Mônica, do lendário Legião. Bem produzido, todo amarradinho e com uma atuação fiel à letra, o vídeo conquistou acho que todo mundo. Não vi uma criatura sequer reclamando da qualidade.


Só que uma coisa dessas não demora muito pra virar piada no mundo twitteiro. Eduardo e Mônica viraram trending topics no Twitter e tá até agora nos TT’s:



O vídeo era pra ser um viral da Vivo, que mostra essa nossa era toda conectada de agora. Só que virou meme. Infinitos tweets fazendo piada estilo as que rolaram com a banda da Oração ficaram rolando o dia todo. Tudo bem que a chacota não foi tão avassadalora assim, mas né? A piadinha rolou legal.


Agora é assim: a gente tem que cuidar com tudo. É bacana fazer algo que caia nas graças do público e seja, mais do que visto, comentado por todo mundo. Só que passar de viral a meme é algo tenso, que não é tão difícil de acontecer. Aliás, nessa batida, cabe meme, 3 vidas inteiras e até uma penteadeira na boca e no coração do povo do Twitter mais bonito da cidade. O negócio é saber se tu quer que tua peça seja um viral ou siga a linha de um Sou Foda da vida. Pode ser o meme mais top da atualidade, mas é um meme, e a piada é certa. E aí? Como faz?


Agora, se tu não deu play ainda, faz isso agora:



Pudim de graça pelo Twitter.

Depois do Poker Face, vem o Pudding Face, right? #fail


Enfim. A Jell-O veio com uma ação bem bacana, que conta com o vídeo que tu vai assistir ali embaixo. Mas o bacana acontece pelas redes sociais: vai ser lançado um monitor do humor, que vai funcionar tipo como um medidor de sorrisos ou carinhas tristes no Twitter. Quem twittar smileys tristes assim :( vai ganhar um cupom que dá direito a um pudim de gelatina. A promoção acontece quando a pessoa twitta a tal carinha triste, a Jell-O twitta de volta e, se a criatura responder com um : D, ganha o tal cupom.


Vai ser um festival de bipolaridade pelo Twitter que vou te contar.




Bem bacana a ação, vai. E é bem a história do “quem não chora, não mama”, porque né?

Domingo é dia de trollar o mundo.

Troll é um negócio que acontece com frequência aqui na SPR – né? É.


Então. Tu tá ligado no que é o tal de troll, né? Pra quem não sabe (não sabe como, Senhor?), troll é uma gíria que se usa a bangú na internet, mais precisamente no Twitter e nos blogs de humor. E o que quer dizer? Se tu for levar ao pé da letra, significa:


1. duende travesso

2. isca

3. ser sobrenatural

4. espécie de rondó


Clareou? Não, né? Troll, gente, é aquele negócio que é usado pra desestabilizar alguma discussão (vide Wikipédia). Tu usa o troll pra provocar, pra deixar as pessoas com raivinha, pra gerar uma movimentação e um furdunço louco na internet. Isso acontece quando o povo bota uma notícia falsa na rede e engana (ou trolla) todo mundo, quando alguém vem com uma opinião contrária a tuuudo o que tá sendo dito, ou quando o que tá seguindo o curso natural é perturbado por uma ou várias pessoas. Olha o Troll Face aí:



Pois bem. Agora que tá tudo claro, vamos ao que interessa: domingo agora, se o mundo não acabar, como tá todo mundo dizendo por aí, é dia de trollar o universo. O Anonymous, aquele grupo de hackers que foi criado no 4Chan e já deu infinitas trolladas por aí, tá vindo com outra empreitada.


A boa do momento é a Operação UFO. Explico: tu não tem que fazer nada além de no domingo, dia 22 de maio, às 21 horas, entrar em contato com centros de estudos e pesquisas ufológicas informando que tu viu alguma coisa estranha no céu, mais precisamente “um triângulo com umas 8 luzes amarelas no céu”. Tu pode ligar alucinadamente pros locais, ou ficar twittando com a hashtag #OVNI.


Se a história vai colar ou não, eu não sei. Segunda a gente vê. Vamo ver o poder dessa internet e da arte de trollar a humanidade.

Ação que deu certo.


Ó, viu como a solidariedade ainda tá em alta?


A ação desenvolvida para o Carrefour, com o encurtador de URL Virou.gr (que tu viu aqui na segunda), em 24 horas reduziu um milhão de caracteres. Ou seja: uma tonelada de alimentos foi arrecadada em UM dia. Um.


A meta é arrecadar 10 toneladas, pra doação ser feita para famílias carentes, por meio da Cruz Vermelha.


Se em um dia foi uma tonelada fácil desse jeito, quantos dias mais serão necessários pra atingir a meta?


Viu como é bem fácil (e rápido) dar um rumo pra esse nosso mundo aí? Criatividade, people. Criatividade.

Menos caracteres, mais comida.

Bacana a iniciativa do Carrefour. A rede de supermercados lançou o Virou.gr, um encurtador de URL um pouco diferente. Ao tu jogar teu link gigante e apertar no botão “encurtar”, tu vai, a cada caractere diminuído, colaborar com a doação de 1 grama de alimento para a Cruz Vermelha Brasileira. E, pra isso, tu não desembolsa 1 centavo da carteira.


É uma atitude super bacana, e que pode render horrores, se o povo usar, já que o tempo inteiro a gente tá atrás de encurtadores pra poder colocar tudo o que a gente quer no Twitter. É ou não é? Então.


Massa mesmo. Une-se o útil ao agradável (e ao solidário).




Way to go, Carrefour.

SPR no YouPix.


Então. Tu tá ligado no YouPix, né? O evento mais cool, hype, loco, frenético (tá, né) de cultura de internet que começa amanhã e vai ate quinta-feira ali em São Paulo. Sabe, não sabe? Então.


A SPR vai ter uma representante – esta que vos fala – no meio da nerdaiada que vai falar de memes, virais, loucurinhas internéticas e, claro, vai deixar um momento de tietagem quando o Vitinho Sou Foda entrar em cena.


Pois bem. A partir de amanhã estarei na terra da garoa, rezando ao lado do Inri Cristo pra não chover, cobrindo tudo o que der (e tentar cobrir o que não der também) do evento bacanudo em questão.


Portanto, se tu estiver interessado, curioso, ou sem nada pra fazer, é só dar uma acompanhada pelo Twitter da agência e ver o que tá rolando por lá. Abençoado seja o declínio da internet discada, que permite que as atualizações sejam instantâneas – espera-se.


Dá uma olhadinha aqui pra tu ter uma ideia do que esperar nos próximos dias.

Esses memes.

E a tal da Rebecca Black, hein? A guria se lançou do nada, explodiu no YouTube, teve trocentas visualizações no seu vídeo, e o reboliço foi tanto que virou notícia no Fantástico. Agora, até minha vó sabe quem é Rebecca Black. Lamentável, mas né?


Com uma música que não sai da cabeça (tenta. Se conseguir, me diz como fez.), a criatura teve mais visualizações no seu vídeo que a polêmica Lady Gaga, e olha que a Gaga é rainha em gerar um caos na internet.


A guria de 13 anos tá em todas. Claro, o sucesso é pejorativo, nesse caso, já que a cria é odiada pela grande maioria das pessoas que ouve o hit Friday. Mas, a questão é: ela ESTÁ em todas. Com uma letra tosca, a música é cantada por todo mundo, é TT no Twitter fácil, e não dá pra negar: é o meme do momento. A gente tá habituado a várias bizarrices, a ver o nonsense virar algo de senso comum. A internet, e as redes sociais do momento, se encarregam de colocar em evidência isso tudo pra gente. E nessa história de querer tudo rápido, das coisas mudarem na velocidade da luz, tanto pra bem como pra mal, foi do nada que a tal Rebecca surgiu, e vai saber até quando ela vai ser o assunto mais citado nas hashtags e nos blogs de plantão.


E nessa rapidez toda, só hoje eu já vi uns 15 tópicos sobre a guria. Dá uma ligada nesse vídeo que botaram o Hitler pra odiar a miss Black:




Tão absurdo quanto o sucesso que ela fez em um curto período, é o que esse povo é capaz de inventar. Tudo bem que a fama dela se deu pelo lado negativo, mas como ela mesma diz que não se importa, e o que tem valor é ela estar em evidência, faço das palavras de Lady Gaga as minhas: “she’s a genius.”.

Baile de máscaras + memes.

É sexta, e ainda é de manhã. Mas é a sexta que antecede um master feriadão, e um feriadão que, como diria Sr. Silvio Santos, vem em ritmo de festa.


Carnaval, minha gente. Tem galera que se fantasia, usa umas roupas um tanto quanto duvidosas, e agora tem essa tal de internet interferindo até na hora de curtir uma folia básica.


Tu tá ligado nos memes do momento, né?


Quem que não ouviu falar dos escândalos bizarros do Charlie Sheen? Quem não se pega rindo com alguma tirada do Forever Alone? E a carinha esperta do Troll Face? Tá todo mundo ligado, pelo menos em alguma dessas historinhas que caem na rede.


Agora, os antenadinhos vão levar o que rola pela rede pra avenida (ou seja lá onde as festas vão rolar). Como criatividade não falta, a onda agora é circular pelo carnaval com máscaras que representem esses memes que a gente vê todos os dias. Faz as contas, e vê quantos Charlie Sheen’s tu vai ver por aí. Quanta gente vestidinha de Twitter, ou de passarinho azul tu vai avistar. A internet tá aí, o carnaval também, então, nada mais justo que as máscaras entrarem no clima. Gosto é gosto, então dá uma ligada nas ideias que estão soltas por aí e escolhe a tua. Ou não, né.


A morte do ídolo da Sessão da Tarde.



#ripchucknorris é a hashtag que tá nos TT’s desde ontem de madrugada.


Como essa vida é cheia de hoax/alarmes falsos/brincadeiras de mau gosto/chame como quiser, ainda não se sabe se a notícia é fato mesmo, ou só mais algum troll lançado pelos sites e reforçado pelo Twitter.


A questão é: se for verdade, é praticamente o fim de uma Era. Carlos Ray Norris Jr., nosso Chuck Norris, é mito para toda a geração Y. Ator e lutador de artes marciais, o cara é tido como deus, ao se falar dos tais “Chuck Norris Facts”, que listam uma série de acontecimentos loucos que atribuem ao rapaz, que completaria (ou completará) 71 anos em março, poderes sobrenaturais.


Dá um conferes no Top Five de frases célebres atribuídas ao cara:



- Chuck Norris não conhece o medo. A recíproca não é verdadeira.

- Chuck Norris contou até o infinito. Duas vezes.

- Chuck Norris não lê livros: ele os encara até conseguir toda a informação que precisa.

- Chuck Norris joga roleta russa com uma arma inteiramente carregada, e ganha.

- Os dinossauros olharam torto para Chuck Norris uma vez. Uma vez.



Não sei sobre a veracidade da história toda. Se for real, é uma pena, lógico. Há quem diga por aqui que deve ser até decretado feriado. Luto, claro. E há quem diga, também, que se ele de fato se foi, é porque se matou. Afinal, ninguém poderia matar Chuck Norris a não ser ele mesmo. Sure.


Se a informação for falsa, é mais um dos trolls que a gente já tá ficando tão habituado a ver. E se for mentira mesmo, o cara é capaz de meter um roundhouse kick e explodir a Terra, em protesto.


Se alguém souber se é fato ou especulação, please, comunica. Quem lançou a ideia ao mundo foi o site americano TMZ, velho conhecido das notícias furadas, mas, em contrapartida, o primeiro a noticiar a morte de Michael Jackson. Portanto, se for se basear pelo site, a possibilidade de veracidade é de 50%. A nota publicada no site, no entanto, foi retirada pouco tempo depois, por conta de uma limiar da justiça. Mas claro que a nota ficou no ar tempo suficiente pra que muita gente desse print na tela e liberasse as informações pro mundo todo:



Enquanto isso, esperamos por notícias como quem aguarda informações de um ente querido numa sala de hospital.

Oi e seu “Ruim de Internet”.

A Oi, para reforçar o posicionamento “Internet pra tudo”, criou o filme “Boliche”, entrando na série “Ruim de Internet”. Bem humorado, o comercial mostra as facilidades de se ter internet no celular, sem ter que carregar pra cima e pra baixo um trambolho, tipo um laptop. E como ter acesso à rede pelo celular é tipo lei hoje em dia, o comercial tira sarro de quem ainda não aderiu à prática. Dá o play:



He’s alive.


Se Elvis, o Rei do Rock, não morreu, então Michael Jackson, a Majestade do Pop, também não.


Não é difícil achar quem queira manter MJ sempre vivo. Já foram lançadas músicas inéditas, filme, mil e um documentários e, agora, é a vez dos jogos. Claro.


A See Virtual Worlds anunciou que, no final de 2011, vai lançar o game Planet Michael, que será uma experiência inovadora, com o jogo interativo que vai permitir reviver cada fase da vida de MJ, tanto pessoal quanto musical.


A plataforma será um MMO, sigla para Massive Multiplayer Game, o que significa que os jogadores se conectam pela internet e podem interagir com pessoas ao redor do mundo.


Planet Michael poderá ser baixado gratuitamente, e já conta com um site em que os interessados podem se cadastrar e receber novas informações. Confere.