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YouPix2 – Já tá na hora do show? #DayTwo

No segundo dia de evento, a minha ideia era chegar cedo, aproveitar um pouco o calor de São Paulo (tava do capeta), curtir o Ibirapuera e não enfrentar fila nenhuma pra entrar. Sonho meu. A gente não só chegou em cima da hora, como também chegou junto com o senhor Não Salvo, o que gerou certo tumultinho pra poder adentrar o recinto. Nada que uma dose de paciência não resolvesse (ou não).


O debate que estava me interessando era o que começava às 4 da tarde. O trânsito tranquilíssimo da cidade estava de sacanagem comigo, e quase me impediu de ver a palestra, que rolou com o PC Siqueira, o Rica Grandi, produtor de um bando de arroba da alta social media, e ainda tava a galera da Banda Mais Bonita da Cidade dando o ar da graça (não da desgraça da música) no palco. Não demorou muito, e chamaram a coisa mais querida do Diego Quinteiro pra sentar do lado do PC e participar do painel. #todascurte.


Mas esse segundo dia estava prometendo ser um dia épico, com lendas vivas circulando pelo Porão. Numa dessas circuladas, eu dou de cara com o Serguei andando total forever alone por lá.


O Serguei é um mito, cara. Emocionante estar do lado dessa figura, vai. Depois, na área vip, sentado todo confortável num puff do lado da geladeira de ceva, ele me chamou pra bater um papo. Na real, o cara queria me perguntar se eu sabia se ele ia cantar e se “o comediante que vai me apresentar já chegou”. O comediante era o Rafinha Bastos, só pra constar. Vai saber o que passou na cabeça do ex da Janis Joplin e de uma árvore (OH WAIT), mas a produtora dele (ou quem cuida dele) veio dar uma mão pro cara, que estava perdidinho por ali. Mas, mesmo assim, um poço de simpatia e carisma.


Mas aí, no começo da noite, a internet em pessoa sobe ao palco. Quem? MOOT. Não sabe quem é? Envergonhe-se. O cara é o criador do 4 chan, que é o maior fórum de imagens dos EUA. Tudo anônimo. Os Anonymous, ou Anons, são campeões em gerar polêmicas, e são os responsáveis pela maior parte dos memes que a gente vê por aí.

Bom, o cara tava por lá, e dançou SOU FODA com o Cid no palco. Tem ideia do que é isso? Caso não, fique sabendo que é sensacional. O cara tem, sei lá, seus 20 e poucos anos, e é uma das criaturas mais influentes do mundo. COMO LIDAR COM ISSO? Super tímido, o cara ficava na dele, mas falava de boa com quem chegava nele – e sabia levar um papo em inglês, né? Engraçado foi ver as webcelebridades pagando pau pro cara. Como o Diego Quinteiro e o Cauê Moura disseram: “Tô vendo como as pessoas que vêm falar com a gente se sentem.”. Não tinha como não querer trocar uma ideia com o cara. Simplesmente, porque ele é O cara. Lá na área VIP tava rolando uma entrevista com ele, e ficava mais fácil de conversar com o guri. Mas, mesmo assim, TENSO. Dá um conferes nele com o Cid mandando ver no funk, com o Cauê no beatbox e o Rafinha nos vocais:


Nota que o Cid tá podendo ser bailarino já, de tanto que fez performances no palco. Enfim.

Quinta foi o dia, também, que a Rosana Hermann subiu ao palco. E não tem jeito: ela sempre manda bem nos quesitos conteúdo e simpatia. Sem-pre.

Pois bem. Chega o momento #funfunfun da noite, como LOL Live, com o Rafinha Bastos. Aí, sobe ao palco o Serguei. Viu? Tudo ficou bem, no final. Poxa vida. Vai dizer o quê? O cara é foda. Bateu um papo louco com a platéia, e deu uma canja. Assiste aí um pouquinho dele no palco:


E aí, eis que surgem Marcos e Matheus Castro, comediantes, humoristas, compositores de músicas que tiram gargalhadas da galere. E mandaram super bem, diga-se de passagem. Mas aí, aparecem umas criaturas disputando a Batalha de Paródias. A sensação foi André Arteiro, que mandou uma versão um tanto duvidosa da música Last Friday Night, da Kate Perry que, FYI, NÃO SAI DA MINHA CABEÇA. Ouve tu também:


O cara em questão disputou com dois irmãos gêmeos, CTRL+C / CTRL+V, que mais tarde voltaram como COMAND+C / COMAND+V, e venceram a batalha pra disputar no dia seguinte com a Carol Snowhite, a guria que tem a voz idêntica à da Sandy e estourou porque gravou Sou Foda imitando a Devassa.

Pois bem, fim de dia 2 do evento, e os amigos se mandam pra algum lugar pra tocar o terror – of course. E foi aí que rolou a tal baladinha do videokê, que rendeu o hit WHAT IS LOVE que, se tu é ligado no Twitter, viu que foi e ainda tá sendo super comentado por ali. Explico: o que aconteceu, foi que os blogueiros estavam todos reunidos, e entoaram a música, fazendo uma loucurada na tal noite. Dá o play e ouve a sinfonia:


Ae, depois disso, Baby don’t hurt me e What is Love viraram o lema do YouPix, sendo cantado por todo mundo, o tempo todo. O que foi a loucura do Sou Foda no evento passado, foi What is Love dessa vez. A coisa foi tão grande, que a gente pôs as hashtags #whatislove e #babydonthurtme nos TT’s, viram? Pois é. Junta gente feliz, dá nisso.

Bora pro terceiro dia.


#Vemgente!

YouPix2 – Só no paetê. #DayOne

Se não brilha, corta. (by Lohane)


Bom, e já que eu fui nesse evento, nada mais justo do que dividir o que rolou por lá por aqui. Né? Então.


Semana retrasada aconteceu o YouPix Festival, que rolou nos dias 17, 18 e 19 de agosto lá no Porão das Artes, no Ibirapuera, em Sampa (ah vá). O YouPix, pra quem ainda não entendeu do que se trata, nada mais é do que a internet fora do teu navegador, só que muito melhor.


O evento começou na quarta, e a fila pra inscrição/cadastramento dos participantes era imensa. Mas imensa mesmo. Não pra gente, que era imprensa, claro. E VIP. #todascurte.



Mas a dimensão do evento era tão grande, que os bombeiros tiveram que interferir e bloquear a entrada de muita gente, que xingou muito no Twitter, by the way. Dá um conferes em como tava a fila quando ela ainda tava pequenininha:



Agora repara na fila que se formou até a noite, já que os bombeiros ali impediram a entrada da galere:



A estrutura do lugar estava um pouquinho diferente, mas a ideia era a mesma: dois hubs pra galere poder dar uma sentada e descansar enquanto, em horários programados, rolava alguma ação, áreas de interação, o bar Devassa, é claro, que, by the way, tava sempre com uma fila do capeta, o auditório e, óbvio, a área vip. E por lá circulavam todos os blogueiros, vlogueiros, entusiastas e arrobas mais famosas da interwebs.


E já no primeiro dia rolou muita coisa bacana. Logo na entrada, trombei com o querido do Cauê Moura, o cara do Rap dos Memes, dono do Desce a Letra. Atrasadíssimo pra tocar terror na Cozinha Hard Core, mas ficou tudo bem depois. O cara tomou conta do Hub Senta Lá e fez uma zoooona que botou toda a galere pra cima.



Mais além, quem estava dando sopa (e autógrafos) era o Carpinejar. Ele dispensa apresentações e comentários. Mas vou comentar mesmo assim: fez a maior festa com a gente, foi super bem humorado, e ainda ficou batendo um papo bacana, do lado da @nairbello. E os dois, by the way, voltaram pro palco mais além.


No palco principal rolou muita coisa legal. Aliás, em todos os ambientes rolou tanta coisa legal, que a memória não deixa lembrar de tudo. Mas quase tudo. Com o palco lotado de pessoas bacanas, vem conversar com a galera ninguém menos que Gilberto Gil, que chegou todo simpático, respondendo a todas as perguntas que estavam sendo feitas no debate "Todos entrevista Gilberto Gil". E ainda deu uma palhinha do som dele, é óbvio.


No meio da palestra que rolava no auditório, fui dar uma volta lá por fora, e tava rolando uma espécie de stand-up com o Serginho Mallandro. Tudo bem que eu não conseguia entender uma palavra que o cara falava, mas aparentemente estava muito engraçado. Na real, tava acontecendo um nerdcast com o Azaghal e o Jovem Nerd, sabe? (diz que sim, por favor!) E, lá pelas tantas, chega o Toninho do Diabo pra fazer graça com a galera. Épico.


No LOL Live, comandado pelo Rafinha Bastos, a galera pode conhecer de perto a Lohane Vêkanandre Sthephany Smith Bueno de HA HA HA de Raio Laser Bala de Icekiss. Sim, isso aí. Não sabe do que se trata? É o João Pedro, que tem como “nome artístico” isso tudo que eu citei aí em cima. Dá o play aqui e confere a situação.


Mas épica foi a subida ao palco do Toninho do Diabo, símbolo aqui da nossa equipe RED. Mais épico ainda, foi ele ter me convidado pra ser discípula dele e me dar o número do telefone dele. Sim, juro. E tem vídeo pra provar que eu fui cantada e tentada pelo capeta.



Ainda no LOL Live, chegou a coisa querida do Ahnão, criador da Dança do Quadrado. O rapaz deu um show de humor ao lado do Rafinha, e depois ainda botou o Cid pra dançar com ele bem lindos no palco. Dá uma olhada:




Antes da gente se amontoar em táxis pra chegar na baladinha da alta social media (not), rolou um pocket show com o Teatro Mágico. Lindo lindo lindo. Pena que tive que voar pra não perder a carona das arrobas. #todaschora


No fim da noite, a FESTA DURO rolou lá na Paulista, com as arrobas mais queridas do brazeel assistindo o jogo num boteco. Ali deu pra bater um papo mais de perto com a galera mais influente e antenada da interwebs, e rolou uma breja com um bando de gente bacana, tipo a gaúcha Ana de Cesaro, do Tá e daí?, o Anderssauro, que veio lá de Curitiba, o Ahnão, o Cid, Marcos Castro, mais um mooonte de gente, e um comentário à parte: a diva Lohane citada acima fez parte da galera que tava reunida. Sem mais, né?



PS: As fotos são de arquivo pessoal, roubadas dos amigos e do Flickr do YouPix.

Fui pro YouPix.


E pra quem achava que eu estava passeando, descansando ou algo do gênero, eu estava em São Paulo no maior evento de cultura de internet da cidade grande: o YouPix (como já foi falado aí embaixo, mas enfim). Além da galera da “alta social media”, estavam concentrados aqueles que mais entendem do que tá rolando nas mídias sociais e no que é tendência de web e tecnologia em geral.


O evento rolou durante três longos e quentes dias – muito quentes, by the way: 17, 18 e 19 de agosto. Foi massa pra caramba. Entre palestras, encontros com os bonitos da websfera e circuladas no Porão das Artes, o evento rendeu bons contatos, amizades e deu pra buscar bastante conhecimento, by Bilu.


Com acontecimentos épicos (maspôxavida, Moot dançando Sou Foda com o Cid foi sensacional!) e um tanto bizarros (lembra do Toninho do Diabo? E do Serguei? Pois é), o YouPix se estendeu até altas horas em mesas de bar e baladas que podiam ser acompanhadas pela timeline. Afinal, a gente ta falando de gente conectada 24h por dia, portanto... Enfim.


Como o evento foi longo, pra tua leitura não ser exageradamente longa também, divido os dias em posts diferentes, que tu vai poder acompanhar na sequência.


Por enquanto, só digo uma coisa: foi sensacional.


#VEMGENTE.

SPR no Curitiba Social Media.




Rolou evento de social media por tudo que é canto nos últimos dias. Quinta passada fui com a Melina no Social Media POA. Duas horinhas de bate-papo, trollzinho no começo da história toda, tudo certo, como tu deve ter lido no post dela aí embaixo.

Mas aí, eis que na sexta me mando pra Curitiba, pro evento que ia rolar por lá no sábado – e pra fugir desse frio do capeta que tá aqui no RS (sim, lá estava quente). O objetivo do #CSM era levar as criaturas mais influentes e em evidência da web, passando por bloggueiros, vloggueiros ou entusiastas, pra bater um papo no palco e interagir com a galera.

Não sei o que rolou pela manhã, mas à tarde o negócio foi bacana. Confusões e situações tensas à parte, os painéis contaram com uma galera massa, total inserida nesse meio wébico (óbvio). Considerando que eu cheguei pra parte da tarde, a primeira coisa que eu vi foi um show de stand up do @ahnao. O cara é uma figura, um querido e fez a galera rir. Mesmo.

Agora, o primeiro painel que eu vi foi Cultura 2.0 – As mídias sociais somos nozes. O mediador foi Alessandro Martins, e os participantes foram a Bia Granja, do YouPix (sabe, né? Clica: 1, 2, 3.), o Inagaki, Pablo Peixoto e Emerson Damasceno. O negócio já começou meio tenso com a pergunta inicial, que não foi muito bem compreendida e gerou burburinho na platéia. Mas até aí, beleza. Só que a questão é que não houve sincronia nenhuma entre o mediador e os participantes, o que acabou gerando uma confusão e atropelamentos enquanto alguns dos participantes falavam. Errar é humano, people, a gente sabe, mas faltou preparo ali. O próprio mediador admitiu isso, me confessando por Twitter:


Beleza, toca-se o barco. O painel seguinte, Social X Search: Como as mídias sociais afetam as buscas no Google e vice-versa, foi comandado pelo Mauricio Zane, e contou com a participação do Jhonny Jessé, do Fabiano Souza, e do Raphael Mendes, vulgo Bobagento. A tensão dessa vez foi quando rolaram as perguntas da platéia, e quem se manifestou foi a Rosana Hermann, quando ela questionou os caras da bancada do por quê de eles trollarem tanto a galera, e passarem informações falsas. Os caras se defenderam dizendo que não há motivos pra não produzir esse tipo de informação, porque o povo quer informação, não importa se é verdadeira ou não. O clima esquentou, a coisa começou a ficar feia, e pararam por ali, mas a zona continuou pelo Twitter. Mas beleza: roupa suja se lava na web mesmo. O negócio é: cada um na sua, poxa vida. Se tu quer acreditar no que os trolladores falam, acredite! A proposta dos caras é essa, a de jornalistas é outra. Cada um no seu quadrado.

O painel seguinte gerou alvorocinho na platéia. E aí tu viu como tinham tietes e não pessoas interessadas em mídias sociais, de fato. Mediado por Sandro Rodrigues, o painel Vídeos online: horário nobre 24 horas por dia contou com a presença de uma galera bem influente e pop na web: Kéfera Buchmann, Gustavo Horn, Marcelo Vitorino, Cauê Moura, PC Siqueira e, a pedidos do povo que estava por lá, Diego Quinteiro. Cada um falou de suas experiências, deram suas opiniões, mas a loucurada na platéia tava um tanto perturbadora. Ok, a gente entende – not. A polêmica ficou por conta do Vitorino, que foi infeliz ao citar a Tessália de forma, digamos, "deselegante", e gerou outra discussão via Twitter - e entre os participantes na festa que rolou depois. Enfim.

O último painel foi o mais bonito da cidade #fail. Sorria, você está sendo bigbrotherizado foi mediado pela linda da Rosana Hermann, e contou com a presença da Bic Muller, criadora do Morri de Sunga Branca e do Pedreiro Online, do Rodrigo Fernandes, o querido Jacaré Banguela, do lindo do Cid, o senhor Não Salvo, e do João Caserta e do Vinicius Nisi, da Banda Mais Bonita da Cidade.

Fim do evento, bate papo bacana com os convidados na saída, mas a história não acabou aí. Diferente do YouPix, que não teve uma festa de encerramento, o evento se prolongou até a Liqüe, casa noturna lá de Curitiba. E aí rolou o quê? Ba-la-da + after party. E foi aí que ficou bem claro que esse povo que a gente tá acostumado a ver se manifestando com no máximo 140 caracteres tem muito conteúdo. Mesmo.

O evento em si foi bacana. Mas o melhor – e muito mais válido e construtivo – foram os contatos que trouxe comigo na bagagem. Sair da tela e entrar pro círculo que envolve cara-a-cara foi sensacional. E tu pode ver que essa coisa toda que se constrói em torno de um avatar e um perfil de rede social não é nada perto de tudo o que esses bloggueiros, vloggueiros e entusiastas citados no início, de fato, são.



Em agosto, a história continua, quando rolar o próximo YouPix.