Legal fazer campanhas contra fumo e à favor da qualidade de vida, e tal. Só que não precisa apelar e fazer uma coisa dessas, né? Roteiro bobinho e execução bem forçadinha (se tu gostou, desculpa aê).
Confere:
Legal fazer campanhas contra fumo e à favor da qualidade de vida, e tal. Só que não precisa apelar e fazer uma coisa dessas, né? Roteiro bobinho e execução bem forçadinha (se tu gostou, desculpa aê).
Confere:
O que tem de ação hoje contra o fumo não tá no gibi (já diria minha vó).
E essa “ação” (dá pra chamar de ação, right?) deve ser mesmo do tempo dela. A criatura que saiu com essa pérola anti-tabagista já previa que hoje a gente ia viver num mundo cheio de fumaça e bitucas de cigarro por aí. Né?
A “pequena” plaquinha, colocada em Zion, Illinois, não parece ter dado muito certo, já que o cigarro permanece até hoje, e tem pra todo o tipo de gosto (ou desgosto). Vai ver o povo não parou pra ler o baita texto falando mal do cigarro, ou já estava morrendo de câncer, e não deu tempo de terminar a leitura. (Nada contra os fumantes, ok?)
Enfim. Dá uma olhada no estilo da plaquinha nada sutil:
Tá bom, fumar faz mal. Então, pra deixar isso bem claro, a Santa Casa de São Paulo estreou uma campanha para conscientizar os fumantes (e simpatizantes).
A agência Y&R e a produtora O2 criaram um trailer para passar nos cinemas de São Paulo e gerar um certo estranhamento no espectador. A ideia é fazer com que se perceba que, assim como o vídeo, a vida de um fumante pode acabar de repente. Nada de pulmões destruídos, ou imagens sensacionalistas, desta vez. “Só” um trailer singelo. Resta saber o efeito que a ação vai gerar.
Confere aí embaixo o vídeo: