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É sexta.

Tinha que ter uma coisa dessas.

Sabe o Trololo, né? Ouve aí uma versão nova:



Everybody loves Gaga.

É, parece que agora todas as cantoras resolveram ser Lady Gaga. Se ela já veio até em miniatura (quem não viu a Mini-Lady Gaga, olha aqui), por que não viria aos montes na nova (e até na velha) geração de superstars? Ke$ha já começou sendo uma réplica da bizarra Gaga, Christina Aguilera retornou aos spotlights seguindo à risca os passos da estrela, sem contar nos inúmeros ensaios fotográficos que já foram feitos em homenagem e puramente imitando a quase substituta da diva Madonna. A cantora da vez a incorporar a rainha freak é Miley Cyrus. Sim, a até então doce e inocente Hannah Montana da Disney. A adolescente de 17 anos, filha do cantor Billy Ray Cyrus, aparece em seu novo clipe, Can’t be Tamed, com uma atitude completamente diferente daquela que ela expunha em seus outros vídeos e até em seu dia-a-dia. Ela apelou para o lado bizarro, e fez um clipe repleto de esquisitices que lembram quem? Claro, Lady Gaga. Afinal, se ela faz tanto sucesso por ser polêmica e fugir dos padrões, porque não imitá-la? O único problema, é que o que foge dos padrões acabou sendo padronizado. E o tal "efeito surpresa"? É, já era. Olha o vídeo aí embaixo:



Katy Perry em dose dupla.



E falando em música, confere aí o clipe novo da Katy Perry, Teenage Dream, que mostra a artista num clima bem de verão, já que nos EUA essa é a estação do momento.

E, junto com o lançamento do clipe, a cantora lançou, também, a faixa completa de Circle The Drain, que dá pra ouvir logo abaixo.

O lançamento do CD, que leva o mesmo nome do videoclipe, está marcado para o dia 24 de agosto. Por enquanto, vai curtindo por aqui.



A Censura ainda censura.



Até celebridades conhecidas mundialmente e símbolo de rebeldia sofrem com a censura e a repressão. Ainda. Dizem que todos têm o direito de se expressar livremente, mas até onde isso é só uma conversa fiada que soa bonitinho aos nossos ouvidos, ou é realidade mesmo? A cantora Pink sofreu isso na pele. Após o lançamento do videoclipe da música Please Don’t Leave Me, em 2009, uma polêmica girou em torno da produção. O clipe foi considerado muito violento por alguns canais de televisão, já que mostrava a “roqueira do pop” torturando o namorado com ares sádicos. Foi feita, então, uma nova versão para o clipe da música, totalmente romântica e com inspirações nos filmes mudos de antigamente, para acabar com a polêmica. Nele, Pink interpreta uma gigante que se apaixona por um anão, vivido por seu namorado, o motociclista Carey Hart. Uma transformação da água pro vinho, pode-se dizer. Além de ter que investir em mais uma superprodução, a cantora encarnou uma personagem que foge do seu estereótipo. Claro, com um pouco do seu toque característico em evidência, mas, com certeza, fugindo daquilo que ela representa habitualmente.

No caso da Pink, não houve uma revolta total contra o clipe. Ele “apenas” foi proibido por algumas emissoras de TV. Já no caso da cantora M.I.A., seu clipe foi altamente criticado. O YouTube se recusou a colocá-lo no ar, e retirou os que foram postados pelos fãs da cantora. Violento, com explosões, mortes, nudez, o clipe Born Free causou grande rebuliço, e sua proibição fez com que a cantora se enfurecesse, e descontasse sua raiva em seu Twitter, dizendo “P***A UMG (Universal Music Group), POR QUE O VÍDEO NÃO PODE SER EXIBIDO NOS ESTADOS UNIDOS?”. O clipe não é recomendado para menores de 18 anos, já que contém cenas fortes e impressionantes. Um verdadeiro curta-metragem que critica qualquer tipo de conflitos étnicos. Algo complicado de se lidar ainda nos dias de hoje. Quem quiser conferir, respira fundo e clica aqui pra ver o clipe da M.I.A.E, pra ver a nova versão do clipe da Pink, espia aí embaixo e compare as duas versões. Até que ponto a censura permite a liberdade de expressão do artista, e o permite ser ele mesmo, e até onde vai a repressão, retirando a identidade do indivíduo? Parece que, mesmo depois de tanto tempo, não são somente as referências em filmes antigos que vigoram, mas as referências em comportamentos arcaicos.