Tinha que ter uma coisa dessas.
Sabe o Trololo, né? Ouve aí uma versão nova:
çou sendo uma réplica da bizarra Gaga, Christina Aguilera retornou aos spotlights seguindo à risca os passos da estrela, sem contar nos inúmeros ensaios fotográficos que já foram feitos em homenagem e puramente imitando a quase substituta da diva Madonna. A cantora da vez a incorporar a rainha freak é Miley Cyrus. Sim, a até então doce e inocente Hannah Montana da Disney. A adolescente de 17 anos, filha do cantor Billy Ray Cyrus, aparece em seu novo clipe, Can’t be Tamed, com uma atitude completamente diferente daquela que ela expunha em seus outros vídeos e até em seu dia-a-dia. Ela apelou para o lado bizarro, e fez um clipe repleto de esquisitices que lembram quem? Claro, Lady Gaga. Afinal, se ela faz tanto sucesso por ser polêmica e fugir dos padrões, porque não imitá-la? O único problema, é que o que foge dos padrões acabou sendo padronizado. E o tal "efeito surpresa"? É, já era. Olha o vídeo aí embaixo:
ve uma revolta total contra o clipe. Ele “apenas” foi proibido por algumas emissoras de TV. Já no caso da cantora M.I.A., seu clipe foi altamente criticado. O YouTube se recusou a colocá-lo no ar, e retirou os que foram postados pelos fãs da cantora. Violento, com explosões, mortes, nudez, o clipe Born Free causou grande rebuliço, e sua proibição fez com que a cantora se enfurecesse, e descontasse sua raiva em seu Twitter, dizendo “P***A UMG (Universal Music Group), POR QUE O VÍDEO NÃO PODE SER EXIBIDO NOS ESTADOS UNIDOS?”. O clipe não é recomendado para menores de 18 anos, já que contém cenas fortes e impressionantes. Um verdadeiro curta-metragem que critica qualquer tipo de conflitos étnicos. Algo complicado de se lidar ainda nos dias de hoje. Quem quiser conferir, respira fundo e clica aqui pra ver o clipe da M.I.A.E, pra ver a nova versão do clipe da Pink, espia aí embaixo e compare as duas versões. Até que ponto a censura permite a liberdade de expressão do artista, e o permite ser ele mesmo, e até onde vai a repressão, retirando a identidade do indivíduo? Parece que, mesmo depois de tanto tempo, não são somente as referências em filmes antigos que vigoram, mas as referências em comportamentos arcaicos.