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Propaganda ou filme de terror?

Cara, muito bom.


A produção do vídeo é como se fosse um filme de terror. Tudo conspira pra que tu ache que se trata de um trailer de algum thriller, estilo O Exorcista. Aê, no fim, tu ri. Muito bom. Dá o play:



Campanha da Dirt Devil pro Centrino Cleancontrol

Que o 4 de maio esteja com vocês.

O mundo acorda hoje com uma hashtag bombante nos TT’s – BR e mundial: #starwarsday.


Desculpa a ignorância, mas eu não tinha nem ideia de por que raios hoje, dia 4 de maio, era considerado o “Dia de Star Wars”. Simples, meus caros: tá ligado na célebre frase “May the Force be with you” (diz que tá, peloamordedeus)? Então. Acontece que isso virou um trocadilho, já que “May the fourth” (4 de maio, em inglês), tem um som bem parecido, quase idêntico. Então, virou piadinha, e caiu no gosto da galera geek que curte a fundo o filme.


E que a força da internet esteja com você. Se não fosse pelo Twitter, a gente não saberia essa nerdice que, claro, muda completamente a nossa vida. #not. Mas enfim. Bom 4 de maio, Star Wars fans.


Era bullying.

Tu viu O Pestinha, né?



Aquele gurizinho branquelo de cabelo vermelho e cara toda sardenta, que era o diabo em figura de gente. Saca? Por favor, se não saca, volta pra Terra, porque tem coisa que tu TEM que saber. De qualquer forma, dá o play no vídeo aí embaixo pra um remember de umas das cenas que eu mais curto ever:



Ok. Vamos partir do princípio que tu é um ser humano normal que assistia Tela de Sucessos, no SBT, e viu a película no mínimo umas 15 vezes (porque, vamos combinar, né SBT?). Anyways.


Para pra pensar: o guri era excluído, todo mundo olhava torto pro moleque, e o povo esperava O QUÊ? Me diz: o que tu espera de uma criança sem amor, sem carinho e sem afeto? Não preciso nem responder. A questão é: Junior, o menino, era mais normal do que muita gente por aí. Quem nunca aprontou das suas? A diferença é que o guri era inteligente pra caramba, e podia ser um pouquinho mais ousado nas suas peripécias. Dá pra dizer que ele era tipo o matador, já que - #ficadica - na sequência do filme, a trilha do Exterminador do Futuro embalava as traquinagens do pirralho.


Agora, pega O Pestinha, filmado há mais de 20 anos (sim, tu tá velho, camarada), e coloca nos dias atuais. Dá uma espiada em alguma sala de aula qualquer, e vê se a gente não tem um milhão de pestinhas do nosso lado, e nem se liga, de tão natural que isso já virou. A diferença é que, no lugar de cortar as tranças das colegas, as crias, agora, têm metralhadora e um milhão de referências pra praticar crueldades. Crueldades, não traquinagens.


O Pestinha, se tu parar pra analisar, foi um dos pioneiros nessa história de bullying (isso tu saca, né?). Poxa, o menino só queria um pouquinho de amor. No lugar, ele era taxado de mau, de encrenqueiro, whatever. Se esse guri tivesse nascido hoje, ele seria mais um entre tantos que sofrem com as “brincadeiras” e gozações no colégio e, das duas, uma: ou ele seria um coitadinho, sofredor, depressivo, ou ele seria esse guri, que agora tá em todas porque revidou a provocação do coleguinha querido (bem feito, by the way).



Eu sempre fui solidária ao filho adotivo do Ben Healy, interpretado por John Ritter (o cara do Three’s Company que, infelizmente, já tá do lado de lá). Convenhamos: o guri usava uma gravata borboleta, chamava um assassino de “tio”, era “o” excluído, e tinha tudo pra ser a coisa mais problemática e bizarra do planeta, e não era. Não que isso seja bullying da minha parte, longe de mim.


Ele não era uma peste: era só alguém tentando (MUITO) mostrar o seu lugar enquanto gente e enquanto criança. Na real, eu acho que essa criançada que sofre de bullying devia pegar o exemplo do Junior e mostrar que tá na pista pra negócio. E, digo mais: acho que o filme é a solução pra muita criança que sofre pelos cantos com as provocações hoje em dia. Duvido que alguém que passar pela escola formadora de pestinhas do bem vá ter problemas na vida adulta. É tudo uma questão de se posicionar perante a sociedade. Sem plantar a discórdia, claro.

Bolinhas de ping pong + 1 tênis.

Impressionante.


O filme da nova campanha da agência Vitro pra mostrar o 33 by Asics foi uma baita produção, que contou com cientistas especializados em foguetes, compressores de ar, quase mil linhas guias e 3 mil bolinhas de ping pong. Pra que tudo isso? Pra mostrar que dá sim pra criar um sapado de 72 metros (sim, 7-2 metros), sem que haja algum efeito especial.


Dá logo o play.




#foda.

Guria do mal.

É do ano passado, mas cara: tu não sente um ódio dessa criaturinha de um metro e meio, com um baita talento e uma veia puxando pro mal?


Usar crianças em filmes e comerciais é coisa corriqueira, mas sempre funciona. Olha a Carol Anne, de Poltergeist (a Heather O’Rourke):



A guria era a coisa mais fofa, mas tu não te apavora com ela (que, por sinal, partiu dessa pra melhor depois que o filme foi rodado)? E a Samara? Clássica do terror da Tela Quente. Essa guria do comercial me lembrou a Esther, do filme A Órfã.


Claro, não tão do mal, mas lembrou. Oras.


Confere. E morra de ódio da pequena com carinha doce:




A guria merece um Oscar.


O filme foi feito para o Young Director Award (YDA). #foda.


#dik do Jacques, colega redator e caçador de legalzices.

Converse para Foot Locker.

Converse, né cara?


Olha o filme produzido pra comunicar a nova linha de tênis da Star Player OVR da Converse, criada para a Foot Locker.


Pra começar bem a semana, dá o play aí embaixo.



Heineken explorando talentos masculinos.

A briga dos sexos continua evidente no comercial da Heineken.


Depois do closet de cerveja dos caras versus o closet de sapatos das mulherzinhas, agora a briga é pelo show de talentos (de macho, diga-se de passagem).


O vídeo, que vem com muito bom humor, faz uma sátira aos programas de TV em que as pessoas vão mostrar seus talentos. Sejam eles quais forem.


Dá o play em “Men with talent”.


Móvel de estimação não, né?

A Moma Propaganda criou esse filme pra divulgar a promoção Já Pro Lar Center, pro cidadão trocar seus móveis e não tê-los como se eles fossem de verdade (ou coisa parecida).


Confere:



Aposte no improvável.

Comercial de manteiga. #comofaz? Família reunida, café da manhã, todo mundo sorridente e com a maior calma do mundo, certo? Não, tenta outra vez.


A W+K London criou para a marca de manteiga Lurpak um filme que foge do padrãozinho que a gente tá acostumado.


Com uma baita produção e uma trilha “bala que bomba”(interna), o resultado ficou muito bom.


Clica pra dar o play:



Filme gravado com iPhone 4.

Oi, tecnologia.


Tem coisa que nem surpreende mais e já vira processo natural (mas não que não tenha qualidade). Tipo essa de agora: o cineasta da Coréia do Sul, Park Chan-wook, afirmou ontem que gravou seu novo filme totalmente com seu iPhone 4.


O diretor foi ajudado por seu irmão, também cineasta, e por alguns iPhones. O filme é de fantasia e terror, e se chama Paranmanjang, e esse palavrão aí significa “Vida cheia de altos e baixos”, em coreano. Sua duração é de cerca de meia hora, e o custo foi de aproximadamente 223 mil reais.


Park disse que, como o gadget é leve e pequeno, dá pra qualquer um usar, facilitando a filmagem. Além disso, há diferentes possibilidades de ângulos e edições.



Tudo num telefone, hein people? Convenhamos que a função menos usada do iPhone é a de telefonar, porque, né?

Inception mastigado.

Faz tempo que Inception, A Origem, foi lançado, mas o filme sempre dá o que falar.


Para quem assistiu e ficou confuso com o desenrolar da história, um internauta tratou de editar um vídeo que serve como um “manual de instruções” sobre o filme, tipo um “Inception para leigos”.


Como ao longo da trama os personagens se lançam cada vez mais para níveis profundos dentro dos sonhos, a proposta da edição aí embaixo é colocar todos esses níveis ocorrendo simultaneamente, criando-se uma atmosfera que acontece em tempo real.


Iniciativa interessante. Dá o play e tenta acabar com tuas dúvidas (se elas existirem).



Vida com frescura.

Filme da BBDO para o refrigerante 7up, que prima por uma vida sem amarras, já que o que formos quando adolescentes, seremos quando adultos. Ou não.


Ah, e a frescura? É do refrigerante mesmo.


Dá o play.



Packed With Technology.

Confere aqui o novo filme criado pela Ogilvy & Mather de Londres para a Ford.


Another Brick in the Wall.

Fãs de Pink Floyd podem ficar contentes: a história dos bastidores de uma das músicas mais polêmicas já feitas deve virar filme. O produtor Andy Harries está tentando adquirir os direitos de “Another Brick in the Wall” e levar tudo o que rolou por trás da música pro cinema.


A proposta, no entanto, é diferente da do filme The Wall, de Alan Parker.


A ideia do filme é contar a história das crianças que cantaram no coro da música e de seu professor, fazendo uma mistura, conforme define Harries, com “Sociedade dos Poetas Mortos e Escola de Rock”.


Como o que gira em torno da banda e suas músicas é sempre um tanto controverso, pode-se esperar que o filme não fuja desse padrão.


Confere o trailer de The Wall e, se não assistiu, assiste.



Witch and Fairy.

Confere aqui embaixo o filme criado para os lenços de papel Kleenex Balsam, pela JWT de Londres.



As 50 animações da Disney.

Depois de 50 longas-metragens de animação lançadas, capaz que a Disney não iria comemorar tal fato.


Amanhã estreia, nos EUA, o filme Tangled, ou Enrolados, aqui no Brasil.


No vídeo abaixo, fica registrada uma espécie de homenagem/comemoração que relembra cada um dos 50 filmes. Para os amantes dos clássicos, vale o play.



E se colocar pimenta?

Esse é o nome do novo filme criado pela Fracta Comunicação para a Chilli Beans, patrocinadora oficial da transmissão do show do Paul McCartney, que rolou ontem à noite, depois do Fantástico.


E, nos créditos, vai o nome do velho conhecido aqui da agência: Alê Garcia, nosso ex-diretor de criação que está bombando lá pros lados da capital paulista.


Confere o resultado do vídeo produzido pela ParanoidBR:



F/Nazca Saatchi & Saatchi cria para Honda.


Confere aqui o novo vídeo criado para a Honda Automóveis, embalado pela trilha “I’m in paradise”. É o terceiro filme de varejo feito para a marca.

Filme da pro iPhone 4.

Clica aí embaixo e confere o filme feito pela TBWA\Media Arts Lab pro iPhone 4.



Miss Daisy Cutter.

Dica do Fabio e, como ele mesmo disse, animação muito foda.


Miss Daisy Cutter é uma criação de Laen Sanches, e o cara fez tudo sem seguir algum roteiro ou storyboard. Tipo, loucura total. Mas que deu certo (convenhamos).


E se já não bastasse isso ser complicado o suficiente, ele ainda trabalhou com 3D, mexendo ainda mais com a percepção do cérebro do indivíduo que se depara com o filme.


Tudo na base do improviso. Mas QUE improviso, hein? Sem falar na escolha da trilha, que também foi foda.


Como o autor disse: If Walt Disney took some bad acid, this is what his trip would look like.


The best bad trip ever, então.


Sem mais, dá o play aí:


Miss Daisy Cutter from Laen Sanches on Vimeo.